terça-feira, 16 de setembro de 2014

Tratmento de Feridas Diabéticas.

A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos"




por Alex Botsaris

A ozonioterapia é o tratamento feito com a utilização de ozônio, um gás formado por três átomos de oxigênio. Ele foi descoberto em 1840 por Schönbein, ao expor oxigênio a descargas elétricas. A ozonioterapia foi descoberta pelo Dr. Erwin Payr, médico e professor de cirurgia na Universidade de Leipzig, na Alemanha, que escreveu um trabalho intitulado "O tratamento com ozônio na cirurgia".
"A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos"Payr havia visto seu dentista usar ozônio para desinfetar as cavidades dentárias nos seus tratamentos e teve a idéia de usá-lo para reduzir a incidência de infecção no pós-operatório; um problema nesse tempo quando os antibióticos ainda não estavam disponíveis.
Sua conclusão foi que o ozônio auxiliava na prevenção de infecção. Nessa época já se conhecia o poder antimicrobiano do ozônio, mas o método ficou restrito a médicos alemães e austríacos.
A ozonioterapia ficou esquecida por muitos anos e só começou a ser mais falada e investigada a partir do surgimento da medicina ortomolecular, porque se descobriu que o ozônio é um potente estimulante dos sistemas antioxidantes endógenos, e tem potencial para prevenir várias doenças degenerativas que se caracterizam por uma atividade oxidativa elevada.
A ozonioterapia foi trazida para o Brasil na década de 1970 pelo médico Heinz Konrad, que até hoje aplica, e é um grande entusiasta do método. Para se fazer a ozonioterapia é necessário um aparelho de ozônio medicinal, que prepara misturas específicas de oxigênio e ozônio que são as preconizadas para fins terapêuticos.
Benefícios do ozônio
Além de estimular os sistemas antioxidantes endógenos o ozônio tem vários outros efeitos interessantes. Ele é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, melhorando a oxigenação tecidual, ele estimula a liberação de mediadores da imunidade como os interferons e citocinas, e também tem efeito direto sobre diversos agentes infecciosos como vírus, bactérias e fungos.
A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos, e no tratamento do *pé diabético. Além de alguns estudos clínicos comprovando esses resultados, a melhora é tão rápida e evidente, numa doença de prognóstico ruim, que já poderia estar num patamar mais validado e acessível para uso dos pacientes. Assim seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico.
Os efeitos viricidas do ozônio são particularmente potentes sobre os vírus da hepatite B e C, e sobre o vírus herpes. Por isso seu emprego, ainda experimental tem sido feito em herpes zoster, herpes simples de repetição ou no tratamento de hepatites crônicas quando o tratamento convencional falhou e o paciente está evoluindo de forma desfavorável. Ainda são passíveis de ter resultados usando a ozonioterapia como tratamento adicional de suporte a síndrome da fadiga crônica, colites inespecíficas, osteomielite e outras infecções crônicas que estão respondendo mal aos antimicrobianos, e portadores de retinopaia diabética ou degeneração macular senil.
*Pé diabético: pequenas lesões nos pés de diabéticos que evoluem com infecção e necrose, em geral leva à amputação de parte da perna.

sábado, 2 de agosto de 2014

PARA VOCÊ QUE DÁ VALOR À BELEZA COM SAÚDE, NÃO DEIXE DE EXPERIMENTAR O OXIGÊNIO ATIVO!


O Ozônio é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, ou seja, faz com que a hemoglobina (celulas responsáveis pela entrega de oxigênio para os tecidos)  fique mais tempo com o oxigênio, circulando por um maior número de vasos, melhorando a oxigenação dos tecidos e órgãos. O Ozônio também ativa o metabolismo da hemácia, fazendo com que ela circule melhor pelas artérias de pequenas artérias, facilitando, com isso a circulação do sangue e a melhora na cicatrização das feridas.

ÓLEOS OZONIZADOS (OXIIGÊNIO ATIVO) PODEM SER UTILIZADOS PARA AUXILIAR COM :

• Acne

• Herpes Simplex

• Eczema

• Inflamação dos gânglios nervosos

• Psoríase

• Queimaduras / Queimaduras de sol

• Assaduras

• Inseto / picadas de aranha
• Rugas

• Pé de Atleta

• cortes / feridas / escaras

• Infecções Bacterianas

• Impetigo

• Gengivite

• manchas de idade

Hemorróidas



SAIBA COMO OS ÓLEOS OZONIZADOS FORAM DESCOBERTOS
 E COMEÇARAM A SER UTILIZADOS PELOS MÉDICOS.

Os Óleos Ozonizados (OXITIGENIO ATIVO) não são uma nova tendência. Eles têm sido utilizados por mais tempo do que o próprio gás ozônio e os purificadores de água.

Na verdade, os médicos descobriram os Óleos Ozonizados acidentalmente, no início de 1900, durante a administração de tratamentos de tuberculose.

Eles descobriram que o ozônio se transforma em um gel quando é continuamente borbulhado através do óleo. Com essa descoberta, os médicos começaram a tratar uma variedade de doenças da pele com o azeite ozonizado, cuja popularidade floresceu até meados de 1900. Com o advento de novos antibióticos e medicamentos, os remédios naturais foram forçados ao subsolo.

No nosso século, com a volta da tendencia da utilização de produtos naturais que eliminam os efeitos colaterais, o emprego do Óleo Ozonizado volta e certamente começa a subir na preferencia dos médicos e pública. Por este motvio, hoje em dia, ele pode ser encontrado em hospitais, clínicas e farmácias em todo o mundo.


Gel ou líquido?

Os estados gel e líquido diferem na quantidade de oxigênio e ozônio que eles contêm. Gel de azeite ozonizado é ozonizado durante um processo de vários dias até atingir a consistência de gel e, por consequência, é mais concentrado, enquanto o azeite ozonizado líquido é de menor concentração. O gel de azeite também tem uma fórmula de liberação de tempo natural que hidrata e cura de até 12 horas após a aplicação e é mais indicado para uso local. Enquanto o Óleo Ozonizado é indicado para a aplicação sobre o corpo inteiro, mantendo a saúde e beleza da pele.

Como usar
O azeite ozonizado mantém suas propriedades por dois anos, quando armazenado em temperatura ambiente e dura até 10 anos, quando refrigerado. O Óleo Ozonizado é um produto antibacteriana superior que mata as bactérias infecciosas, vírus, parasitas e venenos. É uma alternativa preferível aos antibióticos, pois é imune a resistência e é tão potente na centésima aplicação quanto é na primeira.


O ÓLEO DE OLIVA

Azeite de Oliva ozonizado é uma substância surpreendente, usada para curar feridas que de outra forma não cicatrizam. São inúmeras as histórias de pacientes incapazes de curar feridas com antibióticos tópicos e IV, finalmente capaz de curar as suas feridas com aplicação tópica de azeite de oliva ozonizado. O segredo é que ele não só mata as bactérias, fungos e outros agentes patogénicos, assim, de esterilização a ferida, mas também faz o que nenhum antibiótico poderia fazer- estimula o processo de cicatrização.


O ÓLEO DE GIRASSOL

O óleo de girassol é calmante e hidratante. Tem sido usado há anos na cosmética, áreas médicas e frequentemente usado por pessoas com acne, inflamação, vermelhidão e irritações da pele.

O óleo de girassol é rico em vitamina E, que pode ser crucial para a prevenção de danos de UV e cicatrização, bem como reduzir o aparecimento de rugas. Também inclui a vitamina A e betacaroteno.

Quando o óleo de girassol orgânico é infundido com oxigênio ativo (ozônio), torna-se um gel que é absorvido facilmente pela pele.

Os óleos ozonizados são feitos por aborbulhamento de alta qualidade: ozônio altamente concentrado em óleo orgânico. Ao em vez de ar ambiente, é usado oxigénio médico para evitar a formação de óxidos de azoto. A alta qualidade do óleo é preservada durante o processo de ozonização, usando geradores de ozônio plasma frio de alta qualidade, de forma que nenhum calor é produzido. O resultado é o óleo orgânico ozonizado mais fresco e mais puro disponível.

Os benefícios do óleo de girassol

·  Pele e alisamento do cabelo: Óleo de girassol pode alisar o cabelo, a pele e ajudar a reter a umidade por mais benefícios.
·  Hipoalergênico: É seguro para uso na maioria dos tipos de pele.
· Ajuda Beleza: Usado por muitos anos como anti-envelhecimento e anti-rugas.

Óleo de girassol ozonizado tem ação antimicrobiana

·  O efeito antimicrobiano do óleo de girassol ozonizado em diferentes espécies bacterianas isoladas, como estafilococos, estreptococos, enterococos, Pseudomonas e Escherichia coli, mostrou uma valiosa atividade antimicrobiana contra todos os microrganismos.
·  Um estudo feito por pesquisadores da Clínica Central Cira García, de Cuba, com 320 pacientes com micose ou vulvovaginite constatou a eficiência do óleo comparado a medicamentos tradicionais, como nistatina.

O ÓLEO DE COCO

O óleo de coco tem consistência dura quando refrigerado, semi rígido à temperatura ambiente, e líquido acima de 25 º C. É rico em suas capacidades hidratantes, com ótima absorção e sua textura é muito agradável. Este produto soma as qualidades hidratantes, de rejuvenescimento, anti bactericidas, anti fungicidas, anti viróticas e cicatrizantes que os óleos ozonizados possuem às qualidades muito conhecidas pelo público do óleo de coco como ser ótimo para a pele seca, ter um cheiro muito bom e inúmeros benefícios para o cabelo. Para os cabelos é um poderoso hidratante que age na porção interna do fio, reconstruindo-o e fortalecendo-o.

Pode se observar que em temperatura ambiente o óleo tem a consistência parecida a manteiga de cacau, dissolve ao contato com o calor do corpo e portanto ao toque. Para utiliza-lo basta passar o dedo na pasta que ela dissolverá e com a quantidade que ficar nos dedos será o suficiente para massagear a área a ser aplicada.


IMPORTANTE:
O conteúdo deste site é para fins de referência e não se destina a substituir o conselho dado por um médico, farmacêutico ou outro profissional de saúde licenciado. Você não deve usar estas informações como de autodiagnostico ou para tratar um problema de saúde ou doença. Contate um profissional na área de cuidados de saúde imediatamente se você suspeitar que você tem um problema médico. Informações e declarações neste site não são destinadas a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença ou condição de saúde.
Os óleos e produtos Ozone não são para tratamento terapêutico ou médico e a ozonioterapia como tratamento terapêutico/médico deve ser indicada e acompanhada por um médico especialista responsável.

sábado, 24 de maio de 2014

Uso Médico Atual do Ozônio


Textos do original:
Propostas Terapêuticas Alternativas
Dr. Paulo Maciel

Com o desenvolvimento da pesquisa básica e, especialmente, a partir do conhecimento dos efeitos do ozônio no sistema imunológico e sistemas de oxidação e antioxidação celulares no metabolismo de hemoglobinas, a ozonioterapia passou de uma fase empírica de observação de seus resultados clínicos, cuja informação científica foi baseada em formatos de casuística, para uma formatação científica de melhor reconhecimento.

Diferente de outros produtos farmacêuticos o ozônio necessita ser preparado próximo ao local de sua utilização por seu limite de estabilidade, ou seja, ele volta a ser oxigênio em curto espaço de tempo.

O que o ozônio faz:

Desativa vírus, bactérias, fermentação, fungos e protozoários. Estimula o sistema imunológico. Limpa artérias e veias, melhora a circulação. Purifica o sangue e linfa. Normaliza a produção de hormônios e enzimas. Reduz inflamações. Reduz a dor, acalma os nervos. Para sangramentos. Previne o perigo de derrame. Melhora a função do cérebro e memória. Oxida toxinas, possibilitando sua excreção. Quelação de metais pesados, trabalha bem em conjunção com EDTA. Previne e reverte doenças degenerativas. Previne e elimina doenças do sistema imunológico. Diminui reações alérgicas.

O Ozônio pode ser usado inclusive a nível hospitalar e mesmo a nível de UTI nos pacientes que fazem infecções generalizadas (sepsis) porque não existe resistência tanto bacteriana quanto viral ao ozônio, já que ele reage oxidando a membrana celular ou a cápsula viral, induzindo assim à morte do agente patogênico. Pode, portanto, ser de grande valia nos casos graves, não possuindo nenhum efeito colateral remanescente.

Ozonioterapia: um “novo” tratamento, com uma longa tradição

O ozônio (O3) é um gás que se forma pela adição de um terceiro átomo à molécula de oxigênio, o que o torna muito mais ativo do ponto de vista bioxidativo em sua função biológica.

Essa forma alotrópica do oxigênio aparece em sua concentração máxima na região atmosférica localizada a cerca de 25 mil quilômetros da Terra, sendo a principal responsável pela formação da barreira que impede a entrada dos raios ultravioleta provenientes do Sol. Sem essa camada de ozônio existente na estratosfera não seria possível haver vida na Terra.

Na natureza, o ozônio pode ser gerado espontaneamente em tempestades com raios e também em fumaças em que estão presentes várias substâncias (especialmente compostos nitrogenados) que, sob a ação da luz ultravioleta, reagem com o oxigênio, propiciando sua formação. Como conseqüência dessas reações, o ozônio pode estar presente entre os gases poluentes. Entretanto, ele não é um gás poluente, como muitos erroneamente pensam. Mas, por ser de fácil mensuração, é considerado um indicador de poluição.

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Defesa imunológica

Embora o ozônio inalado seja agressivo para as vias aéreas superiores e os alvéolos pulmonares humanos, existem outras formas de se administrá-lo, as quais, ao longo de mais de um século de utilização, têm comprovadamente demonstrado um alto valor terapêutico.

Pesquisas recentes mostraram que o ozônio é naturalmente produzido no corpo humano a partir da ativação de anticorpos, atuando no processo de destruição de bactérias e vírus e, assim, contribuindo para o funcionamento do sistema de defesa imunológica do organismo.

Um tema que ficou famoso no Brasil recentemente foi a questão da “Auto-hemoterapia” e que após aparecer no Fantástico foi proibida em todo o Brasil, continua sendo válida para pessoas que começam a sentir os primeiros sintomas da gripe, em especial junto com a ozonioterapia (minor). Esta técnica aumenta o número leucócitos em até 4 vezes, melhorando em muito a imunidade da pessoa e muitas vezes cortando completamente a evolução natural da doença.

Histórico

Em 1801, Cruikschank descreveu o surgimento de um gás desconhecido durante o processo de eletrólise. Mas, só se pode considerar o gás ozônio como efetivamente descoberto em 1839, com a elaboração do trabalho de Schönbein, intitulado ”On the smell at the positive electrode during eletrolysis of water”.

Em 1857, Werner von Siemens desenvolveu o primeiro aparelho gerador de ozônio, com o qual realizou seus estudos iniciais sobre a ação desse composto em bactérias e germes e, posteriormente, em mucosas de animais e humanos. Cerca de 100 anos depois, Hänsler criou o primeiro equipamento médico que permitia a obtenção de dosagens relativamente precisas da mistura de oxigênio e ozônio, abrindo um grande leque para sua aplicação terapêutica.

Durante a I Guerra Mundial, soldados alemães feridos foram tratados com a utilização de ozônio.
Na década de 60, ele começou a ser usado no processo de tratamento de água, para a eliminação de fungos, bactérias e vírus, tornando-se o mais importante agente de limpeza e desinfecção. Esse processo passou a ser aplicado em grandes cidades, como Moscou, Montreal, Los Angeles, Cingapura, Helsinque, Bruxelas e em mais de 700 locais da França.

Sociedades:

Como o ozônio é um gás altamente reagente, o seu uso médico só pode ter um grande avanço após a descoberta de materiais que são resistentes a ele, tais como o silicone, kynar, teflon e outros.

Hoje, vários países da Europa, Ásia e Américas utilizam a ozonioterapia como tratamento médico e odontológico. Entre eles, pode-se citar a Rússia, México, Itália, Malásia, Alemanha, Japão, Espanha, Suíça, Chile, Peru, Argentina, Equador e alguns centros do Canadá e Estados Unidos. Cuba é um dos grandes países responsáveis pelo desenvolvimento e divulgação da ozonioterapia médica.

Existem várias sociedades de ozonioterapia médica, entre as quais se pode citar:

German Society of Ozonotherapy (1972)
Italian Society of Ozonetherapy – FIO (1984)
International Ozone Medical Society (1999)
Associação de Ozonioterapia Médica do Brasil (2004).

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Formas de utilização

Atualmente, a mistura de oxigênio e ozônio (95 partes de O2 para 5 de O3 até 99,5 de O2 para 0,5 de O3) é formada por inúmeros aparelhos geradores de ozônio produzidos em todo o mundo para uso médico e odontológico.

Esse gás pode ser utilizado sob diferentes formas:

Tópica – água ozonizada ou óleo ozonizado ou mesmo o gás diretamente aplicado sob o local desejado em forma de “bagging”
Injetável – subcutâneo, intramuscular ou ainda intra-articular
Auto-hemoterapia – maior e menor.
Inicialmente, a utilização da ozonioterapia baseava-se em observações empíricas dos resultados clínicos obtidos. Hoje, o seu uso é reconhecido cientificamente, devido aos trabalhos publicados em pesquisa básica sobre os seus efeitos no sistema imunológico e no sistema de oxidação e antioxidação celular da hemoglobina.

Sua ação viricida, bactericida e fungicida tem sido amplamente estudada, não só in vitro como in vivo.

Atualmente, a ozonioterapia constitui-se num importante arsenal terapêutico que pode ser aplicado em todas as especialidades da medicina, incluindo a odontologia. [9]

No Brasil existe uma entidade que estuda e regulamenta o uso do ozônio, inclusive dando formação sobre o seu uso para profissionais de saúde, a ABOZ (Associação Brasileira de Ozonioterapia)

A prática da Ozonioterapia no Brasil não é nova. Começou em 1975 e na década de 1980, ganhou mais adeptos e atraiu o interesse de algumas universidades. De 2000 para cá, os estudos ganharam corpo. Há seis anos, a PUC de Minas Gerais pesquisa a técnica em ratos. Da mesma época vêm os estudos na Santa Casa de Misericórdia, de São Paulo, com ratos e coelhos.

A terapia ganhou mais visibilidade de 2004 para cá, quando Santo André, no ABC Paulista, sediou a Primeira Conferência Internacional sobre Uso Medicinal do Ozônio. Em abril de 2006, em Belo Horizonte, especialistas de vários países realizaram o primeiro congresso internacional de Ozonioterapia. Além de atualizar informações, os médicos brasileiros aproveitaram para lançar as bases da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ).


A ABOZ trabalha para que a prática da Ozonioterapia no Brasil possa ser realizada de maneira legal, consciente, responsável e ética. Uma das prioridades da ABOZ é garantir informação e formação de qualidade relacionada à Ozonioterapia, devidamente embasada na experiência internacional e também nacional.

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quarta-feira, 16 de abril de 2014

Azul a Vibração da Vida e da Harmonia na Terra. É hora de conhecermos como nos curar.


Principais ações biológicas nas aplicações terapêuticas do Ôzonio

Textos do original PDF:
Profa. Dra. Maria Cristina Zindel Deboni
Departamento de Cirurgia Prótese e Traumatologia Maxilo Faciais
Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo
1RA EOMV - ICAVP- JUNHO 2007

Azeite de oliva ou óleo de girassol ozonizado

§  Estabilidade antimicrobiana e de pH por volta de 1 ano quando armazenado de -10º a +8º C
§  Não apresentou efeitos tóxicos em testes in vivo.

Óleo de girassol ozonizado

§  Comprovadamente antibacterianopara várias espécies de Mycobacteria, estafilococos, estreptococos, enterococos, psedomonasaeruginosa, Escherichiacolietc.

Efeitos terapêuticos do ozônio

§  O ozônio pode estimular mecanismos de defesa do sistema imune a alterar o funcionamento das citocinas, pois uma mesma molécula de ozônio é produzida por neutrófilosna imunidade do organismo  (Torossianetal, 2004)


Principais ações terapêuticas

§  Antimicrobiano
§  Estimula vascularização
§  Melhoria do processo de reparação tecidual
§  Auxilia na Hemostasiatransoperatória




Ação Biológica do Ozônio

§  A ozoniçãodo sangue leva a uma série de reações:
§  Formação de espécies reativas de oxigênio (ROS) principalmente H2O2 (o peróxido de hidrogênio funciona como um mensageiro intracelular)
§  Formação de LOPS (espécies lipídeos oxidantes)






Reparação tecidual

§  Inflamação
§  Processo de reparo
§  Remodelação
§  No processo normal de reparação tecidual ocorre após o trauma ou agressão a formação de espécies reativas de oxigênio que irão contribuir não somente para a desinfecção do local da ferida mas também para a reparação tecidual.

Reparação tecidual normal

§  Concentrações Milimolaresde H2O2
§  Indução de Fatores indutores de crescimento endotelial
§  Facilita a angiogênese
§  Indução de IFNγneutrófilos

§  Aumento do ciclo respiratório mitocondrial

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óleos ozonizados

domingo, 6 de abril de 2014

Só existe opção quando se tem informação...Ninguém pode dizer que é livre para tomar o sorvete que quiser se conhecer apenas o sabor limão.


Dra. Maria das Graças Reis da Cunha
domingo, 7 de julho de 2013

Ozonioterapia
...

A Aboz apresentou vários estudos internacionais defendendo que o uso da Ozonioterapia poderia reduzir em até 25% os custos do SUS com o tratamento de feridas crônicas e em 80% a taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena provocada pelo diabetes.

(Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/saude/sd2602201101.htm)

Os defensores dizem que o método não prospera no país porque contraria interesses da indústria. "Ozônio não é patenteado. Você não engarrafa e vende na farmácia”.

Muitos pacientes têm conseguido limitar em juízo para fazer tratamento em Cuba. Em São Paulo, um juiz concedeu liminar autorizando um paciente com câncer de um hospital da capital a receber Ozonioterapia no peritônio (membrana que reveste as paredes do abdome), como parte do tratamento contra dor.

No Brasil, várias instituições estão pesquisando a técnica. Em 2010, a Universidade de São Paulo, por exemplo, testou a Ozonioterapia em bactérias hospitalares multi resistentes a antibióticos. Com apenas cinco minutos de exposição ao ozônio, dez delas foram eliminadas, inclusive a super-bactéria KPC, que atingiu 13 Estados e matou ao menos 20 pessoas. Segundo o médico imunologista Glacus de Sousa Brito, pesquisador responsável pelo ensaio clínico da USP, outras três linhas de projetos de pesquisa com Ozonioterapia estão em andamento.
 
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óleo ozonizado

Uma delas propõe o tratamento de feridas infectadas (pé diabético, por exemplo). A outra vai usar o ozônio para desinfetar ambientes hospitalares. A terceira tratará, com o gás, pessoas com infecção hospitalar. O infectologista Ésper Kallas, professor da USP, diz que, embora os estudos pareçam promissores, é preciso repeti-los em outros centros, para verificar se os resultados permanecem favoráveis. "É necessário provar a reprodutibilidade para que a gente possa empregar no dia a dia", afirma ele.

CONCLUSÃO

1-      A ação farmacológica do gás e sua segurança estão bem estabelecidas. O ozônio é um elemento essencialmente e efetivo nas infecções bacterianas, virais de longa duração.  É o resultado de um stress oxidativo agudo calculado, daí a necessidade imperiosa do cálculo da dose precisa e ponderada, é capaz de produzir diversas respostas biológicas úteis de antioxidação capaz de reverter um Stress Oxidativo Crônico.

2-      Existem indicações precisas do seu uso na literatura, com elevada casuística, em inúmeras patologias, conforme artigos anexados como Apêndices. Todas as doenças, inclusive o envelhecimento são acompanhadas por Stress Oxidativo duradouro, causando um desequilíbrio com o excesso de radicais livres (ROS) e um déficit das reações de Antioxidação (LOPS).

3-      Não existem importantes reações adversas locais e não se descreveram alterações sistêmicas com o método. Os efeitos colaterais são mínimos, cem vezes menos dos procedimentos de diagnósticos rotineiros, como as radiografias, por exemplo. Existe a possibilidade de uma reação alérgica, como na maioria dos medicamentos. É um oxidante muito potente, e é evidente que uma incontrolada reação de oxidação pode ser destrutivos para o corpo. Em cem anos, nenhuma morte foi atribuída a um tratamento de ozônio. Assim, o subproduto do ozônio, que é aplicado, é benéfico: o oxigênio.

4-      No mundo em evolução contínua é indiscutível em que a Medicina atual tem um custo muito alto, cura com muita raridade e muitos dos efeitos colaterais causam outras doenças, basta observar que o tratamento com antiinflamatórios é puramente sintomático. O Ozônio possibilita fazer uma Medicina etiológica e curativa (Simonetti, Vicenzo Jornada Ozônio, SP/2006).

5-      É uma técnica de baixo custo e fácil aplicação, em geral com rápida resposta e que pode ser comparável a Oxigenoterapia Hiperbárica em muitos aspectos, com a vantagem de ter um custo per capita muito menor.

6-      Embora o gás seja biologicamente estéril, recomenda-se cautela em caso de hipersensibilidade. Para uma administração controlada, em termos de fluxo e volume total injetado, faz-se necessário equipamento médico adequado.

7-      O ozônio não é uma arma medicinal milagrosa. Embora seja um procedimento terapêutico que adquire curas onde outras terapias falharam. Mas o ozônio não é um cura-tudo. Não transforma um octogenário em um adolescente, mas sim em um homem ativo e afirmativo, em correspondência com a idade biológica graças à elevação da pressão parcial de oxigênio.

8-      Para os profissionais que resistem em aceitar a Ozonioterapia se prendem ao fato que os metabólitos do Ozônio produz apenas Radicais Livres, porque ‘desconhecem ou fingem” não conhecer os efeitos reais destes nas moléculas e células humanas. A alegação da falta de casuística não procede pelo menos não vale para todas as patologias. Por exemplo, recentemente publicaram na The LAncet, “Results of a non-specifi immunomodulation therapy in chronic heart failure (ACCLAIM trial), Guillermo Torre-Amione e col’. um estudo que envolve mais de 1200 pacientes, e um outro  “Intramuscular Oxygen-Ozone Therapy in the Treatment of Acute Back Pain With Lumbar Disc Herniation , Marco Paoloni, MD e col.” que envolve 60 pacientes (ver apêndices). Isso sem falar do pé diabético onde em Cuba já se publicou mais de 3000 casos

9-      Para efeitos legais a Ozonioterapia deverá ser incorporada como Tecnologia de Saúde, de acordo com orientação do Parecer da Advocacia Geral da União – Parecer CODELGIS- CONJUR- GABIN-MA-AA nº 1613, de 30-09-2009, cunprindo os itens do Anexo II, da Portaria nº 2587, de 30-10-2008.

10-  Seu uso deve ser exclusivo de profissional médico.

"O Código de Ética Médica estabelece em seu Capítulo I - Art. 5°- O médico deve aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente”.


“O maior pecado para um indivíduo que obteve um diploma para exercer a arte de curar, é negar o que desconhece e privar seu paciente do benefício de prevenção e tratamento de muitos males que o acometem”.

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quinta-feira, 13 de março de 2014

Ozonioterapia: de que se trata?

Dr.  Jorge Boucinhas [ médico e professor da UFRN ]
Tribuna do Norte - Publicação: 16 de Outubro de 2011

Há duas formas principais de apresentação das moléculas de oxigênio, este tão maravilhoso oxigênio, necessário à respiração celular e, consequentemente, à vida. São elas: o oxigênio molecular (O2, formado pela união de dois átomos, sendo mais comum e a forma usualmente respirada) e o ozônio (O3, constituído por três átomos e formado nas camadas mais altas da atmosfera por ação da radiação solar). Ambos apresentam-se como gases, sendo o oxigênio molecular transparente e o ozônio azulado.

Haverá diferenças em termos de ação sobre o organismo?  Isto justificaria diferenças quanto a seu emprego terapêutico? Bem, ambos têm sido utilizados em tratamentos médicos há já um tempo, assim como hoje se os emprega em muitas aplicações estéticas de ponta.

O tratamento facial com oxigênio tornou-se, rapidamente, o favorito em Spas porque promove um aparente preenchimento imediato de rugas finas e o aparecimento de um brilho cutâneo mui favorecedor.  

Tal tratamento emprega oxigênio comprimido, que é jateado diretamente na superfície da pele por meio de uma pistola de alta pressão, seja puro seja associado a soro rico em nutrientes. A alta pressão força-o a penetrar até as camadas mais profundas da epiderme, o que gera imediatamente uma aparência renovada da pele, a qual se torna macia e com aparência de juventude. As pequenas imperfeições ficam mascaradas, mas o efeito é transitório, de vez que as camadas mais profundas não são envolvidas nessas alterações.   Mesmo assim, podem durar mais de dois dias. Muitas pessoas do show business internacional, especialmente do cinema e da televisão, tem-no usado e elogiado, sendo um bom exemplo Madonna.

O tratamento com ozônio é, quiçá, ainda mais benéfico, tendo sido empregado com sucesso em procedimentos médicos há quase um século, mais recentemente tendo encontrado seu espaço na Estética. Entre seus efeitos benéficos tem-se: desintoxicação orgânica, favorecendo a eliminação de toxinas; estímulo ao bom funcionamento do sistema imunológico; aumento do aporte de oxigênio para as células, tecidos e órgãos; aumento da circulação cutânea, com alguns reflexos pelo todo do corpo.

O tratamento facial com este gás emprega um spray facial com a mistura gasosa dele com um tanto de oxigênio, agregando-se antioxidantes gerais e extratos nutritivos com vitaminas e minerais. É administrado sobre a superfície da pele também através de uma pistola de pressão. O ozônio tem a capacidade de ultrapassar muitas barreiras e penetra até em camadas profundas da cútis, carregando os soros enriquecidos. Algumas moléculas de ozônio, o qual é altamente instável, decompõem-se imediatamente após a aplicação, liberando o “oxigênio nascente” ou “oxigênio ativo “, o qual, assim, atinge níveis cutâneos profundos.

Os benefícios da administração de ozônio incluem:  aumento do metabolismo das células; eliminação de toxinas; melhoria da circulação, com conseqüente aumento da oxigenação dos tecidos; estimulação das enzimas antioxidantes celulares; proteção contra os radicais livres; destruição de vírus, bactérias e fungos. O processo de envelhecimento da superfície corpórea é, assim, retardado.  Tal tratamento facial não mascara os defeitos da pele nem dá resultados imediatos, mas promove a produção do colágeno e da elastina, dois elementos biológicos que facilitam a renovação celular e melhoram textura e elasticidade da pele, ajudando na obtenção de uma cútis firme, hidratada, corada, brilhante e com redução de rugas finas, sendo importante frisar que tudo isto é bem duradouro. Acrescentando-se a Hidro-Ozonoterapia (emprego de água ozonizada), afora máscaras e cosméticos (óleos, géis e cremes) ozonizados, os resultados tornam-se ainda mais efetivos.

Comparando-se ambos tipos de tratamento facial, pode-se concluir que os resultados após o tratamento com O2 são imediatamente visíveis, mas não duradouros. Ele atingiu grande popularidade, mas um grande número de dúvidas sobre a sua efetividade e credibilidade está aparecendo, considerando a falta de comprovação através de trabalhos científicos. Já após o tratamento com O3 os resultados são: reestabelecimento estrutural da pele, aspecto visível de preenchimento imediato e melhora da luminosidade, mas tudo isto com longa duração de efeitos. A utilização do gás em Cosmética e Estética tem mostrado, então, ser uma forma eficiente de embelezar-se quem estar a decair. Somando-se a isto a inexistência prática de riscos, eis uma boa maneira, felizmente já disponível em Natal, de se lutar contra o envelhecimento facial e suas tão desagradáveis consequências.

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óleo ozonizado