sexta-feira, 29 de março de 2013

Organização è Sinal de Evolução


"Organização é Sinal de Evolução" Dr. Celso Charuri



Li essa frase e fiquei muito intrigada, nunca dei essa conotação a organização, talvez porque ela fosse um fardo em minha vida, sempre tive muita dificuldade em me organizar, em usar agenda, em ter rotina, isso tudo pra mim era sinônimo de gente chata, metódica e que não sabia ver o que a vida tem de melhor. Depois de muito tempo me dedicando aos estudos e a meditação, entendi o significado dessa frase, e acho importante transmití-lo a todos que como eu no passado, não dão a necessária importância a essa verdade. O universo é regido por leis e uma delas, segundo o hermetismo é a “lei da correspondência -tudo o que está em cima e como o que está em baixo e tudo o que está em baixo, é como o que está em cima”, essa lei nos explica que tudo nesse universo é regido pelas mesmas leis e há uma analogia em todas as coisas, as situações não são idênticas mas análogas. Partindo desse princípio, analisemos o universo, a natureza, o corpo humano, tudo é perfeitamente sincronizado, equilibrado e sempre que o homem interfere nesse movimento há um desequilíbrio e nós sentimos as consequências dessa ação. ORDEM é palavra chave no universo e o universo é só prosperidade, a escassez é um dos desequilíbrios causados pelo homem desordenado. Por correspondência se nós queremos ter prosperidade, fluidez, paz, harmonia nós temos que ter ORDEM. Comece já arrumando suas gavetas, comprando aquela agenda que você está pra comprar desde o começo do ano, determinando horários para se alimentar, observe, o corpo não funciona bem quando a alimentação é feita de qualquer forma, em qualquer horário, ele obedece a rotina, faça a experiência, seu corpo rapidamente se adapta a rotina. A ordem economiza energia, potencializa a saúde, o bem estar, descansa a mente e aumenta a força criativa. Pensem nisso! Semana de paz, harmonia e ordem

PORQUE A OZONIOTERAPIA FUNCIONA

OZONE
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Quem sou eu


 

Dr. Jorge Gioscia Filho Médico graduado pela FFFCMPA Especialista em Cirurgia Vascular Curso de Especialização em Cirurgia Endovascular Curso de Especialização em Ultrassonografia Vascular Curso de Especialização em Carboxiterapia Curso de Especialização em Cirurgia Estética Genital. Curso de Especialização em OZONIOTERAPIA pela ABOZ. PósGraduação em Psicoterapia Sexual Membro da International Society for Endovascular Specialists Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Membro da Associação Brasileira para Estudos da Inadequação Sexual Membro da International Society for Sexual Medicine Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


PORQUE A OZONIOTERAPIA FUNCIONA

O OZÔNIO tem alto poder oxidante. Isto permite o combate ao envelhecimento das células e do nosso organismo;

O OZÔNIO tem o poder de ativar o metabolismo dos glóbulos vermelhos (hemácias), facilitando a passagem das hemácias pelas artérias de pequeno calibre;

O OZÔNIO tem o poder de modulação do sistema imunológico, liberando protetores celulares e aumentando nossa resistência às doenças;

O OZÔNIO tem poder bactericida, fungicida e efeito inativante viral, sendo o método mais seguro e de menor risco no combate a qualquer tipo de infecção.


FERIDAS E CIRCULAÇÃO

Feridas que não cicatrizam ?

Pernas inchadas ?

Dificuldades na Circulação do sangue ?

O Ozônio é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, ou seja, faz com que a hemoglobina fique mais tempo com o oxigênio, circulando por um maior número de vasos, melhorando a oxigenação dos tecidos e órgãos. O Ozônio também ativa o metabolismo da hemácia, fazendo com que ela circule melhor pelas artérias de pequeno calibre, facilitando, com isso a circulação do sangue e a melhora na cicatrização das feridas.

A ozonioterapia tem várias evidências científicas no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos, e no tratamento do pé diabético. Vários trabalhos publicados demonstram a verdadeira efetividade da Ozonioterapia. Além de alguns estudos clínicos comprovando esses resultados, a melhora é tão rápida e evidente, numa doença de prognóstico ruim, que já poderia estar num patamar mais validado e acessível para uso dos pacientes. Assim seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico, a chamada claudicação intermitente que é a famosa dor na barriga da perna durante uma caminhada e até mesmo na prevenção de novos infartos.


Postado por JORGE GIOSCIA FILHO às 06:47 

VEJA ALGUMAS DOENÇAS TRATADAS COM O OZÔNIO

Aproximadamente 250 doenças podem ser tratadas pelo Ozônio. 

A OZONIOTERAPIA é capaz de tratar ou curar: 

Distúrbios circulatórios arteriais periféricos, cardíacos e cerebrais

Feridas(Úlceras) externas e lesão de pele
fístulas

Gangrena diabética e pé diabético

Arteriosclerose dos membros inferiores

Patologias intestinais (colites, proctites, fistulas )

Lesões de boca, orofaringe, esôfago e estômago(gastrites)

Doenças infecciosas de qualquer natureza (bacterianas, virais, fúngicas, parasitárias ) 

incluindo pneumonias, infecções pós cirúrgicas, infecções urinárias de repetição, vulvovaginites de repetição, SIDA, Hepatites A,B e C

como terapia adicional em pacientes com câncer

Condições geriátricas gerais na melhora da memória, da cognição e dos movimentos em geral

Doenças reumáticas

Queimaduras

Oftalmologia

Dermatologia

Doenças Renais

Ortopedia (tendinites de repetição, lesões articulares, lesões musculares crônicas, hérnia de disco)

como anti envelhecimento 


DR. JORGE GIOSCIA FILHO EXPLICA SOBRE OS BENEFÍCIOS DA OZONIOTERAPIA, INCLÚSIVE NO TRATAMENTO DA AIDS

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Dr. Jorge Gioscia Filho Médico graduado pela FFFCMPA Especialista em Cirurgia Vascular Curso de Especialização em Cirurgia Endovascular Curso de Especialização em Ultrassonografia Vascular Curso de Especialização em Carboxiterapia Curso de Especialização em Cirurgia Estética Genital. Curso de Especialização em OZONIOTERAPIA pela ABOZ. PósGraduação em Psicoterapia Sexual Membro da International Society for Endovascular Specialists Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular Membro da Associação Brasileira para Estudos da Inadequação Sexual Membro da International Society for Sexual Medicine Vice Presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011


http://www.youtube.com/watch?v=773MBOwxJ8k


Ozonio e Aids

Dr. John Pittman MD
O seguinte é um somatório de ocorrências emocionante no campo da medicina inovadora, e particularmente no tratamento da AIDS, devido ao seu poderoso efeito oxidante. O ozônio é uma forma energizada de oxigênio com elétrons extras presentes, que espontaneamente se dispersar a partir da molécula assim que eles são produzidos.
Ozônio explosões buracos através das membranas dos vírus, bactérias, leveduras e células de tecido anormal. Um dos primeiros usos do ozônio na América foi em 1930, quando foi encontrado para ser eficaz no tratamento de vários tipos de doenças inflamatórias intestinais, como colite ulcerativa, doença de Krohn e diarréia bacteriana crônica. Neste procedimento, o gás ozônio é entregue no reto através de uma ponta do cateter, onde é absorvida através do revestimento do cólon. 
Pesquisadores alemães foram líderes no desenvolvimento de tecnologia de ozônio. Nos anos cinquenta, eles desenvolveram uma técnica para o tratamento de sangue com ozônio chamado de "auto-hemoterapia major." Neste procedimento, cerca de 300 cc de sangue é retirado de uma veia dentro de uma garrafa de vácuo. O ozônio é então borbulhado através do sangue, após o qual o sangue é reinfundido. Neste procedimento, o ozônio destrói as partículas de vírus no sangue. Também é absorvido no plasma e reinfusão após, dispersa por todo o corpo.
Outra técnica para o uso de ozônio é a infusão direta, em que o gás ozônio é injetado diretamente na veia. Isto tem a vantagem de ser mais preciso em termos de dosagem entregue, bem como permitindo a administração de concentrações mais elevadas.
Outras técnicas incluem a aplicação direta na pele através do uso de banhos de ozônio água e armários vapor.
Através da investigação diligente, os alemães foram capazes de determinar que o ozônio foi incrivelmente eficaz na destruição de infecções como a hepatite, Epstein-Barr vírus, herpes, citomegalovírus e HIV. Com a percepção de que o HIV era suscetível ao ozono, os alemães começaram a usar a técnica de auto-hemoterapia para tratar pacientes com AIDS, logo que esta era uma doença reconhecida.
Houve inúmeras anedotas sobre os alemães "sucesso com o ozônio, e muitos médicos neste país têm usado com grande sucesso. Até recentemente, nem as instituições do governo nem as corporações privadas têm promovido qualquer rígida estudos clínicos de ozônio.Parece haver um preconceito embutido contra o desenvolvimento de terapias, tais como o ozônio, porque é um gás não-patenteáveis.Nossa indústria farmacêutica tem desenvolvido com base na capacidade de patente de drogas sintéticas que podem ser vendidos com lucro, e assim recuperar a despesa de investimento inicial. Isso resultou em um sistema que suporta o desenvolvimento de medicamentos por este método e tem desencorajado o desenvolvimento de simples, barato ou substâncias não-patenteáveis. No entanto, muitos médicos têm usado o ozônio com sucesso, arriscando sanções por parte das autoridades federais e estaduais, já que este não é um tratamento aprovado pela FDA.
Em 1986, uma empresa foi formada com o objetivo de desenvolver tecnologia de ozônio para uso médico no tratamento da infecção pelo HIV. Esta empresa, chamada Medizone Inc. foi formada por Terrance McGrath. Mr. McGrath fundou Medizone com a finalidade de declarar de ozônio como uma droga, e prosseguindo com o desenvolvimento desta droga como qualquer outra empresa farmacêutica. Ele reuniu uma equipe de pesquisa de especialistas em hematologia e da bioquímica de substâncias oxidantes, e começou a passar pelo processo trabalhoso que o FDA exige para um desenvolvimento de novas drogas.
Um dos fatores que a FDA iria requerer no desenvolvimento de qualquer nova droga foi a capacidade de entregar uma quantidade precisa de uma dada concentração. Neste caso, seria necessário saber a quantidade exata de ozônio sendo produzido pela máquina, bem como a ser absorvido pelo sangue, a fim de determinar a dose adequada. Mr. McGrath equipe de pesquisa desenvolveu um dispositivo para fornecer ozono através de uma fina membrana de filtro para sangue que foi elaborado a partir do corpo. Isto permite uma regulação precisa da qualidade do ozônio ser entregue e absorvido pelo sangue.
Sobre o desenvolvimento deste dispositivo patenteado, Medizone foi capaz de vender ações para levantar dinheiro para os estudos de laboratório e ensaios de toxicidade em animais que foram necessários antes FDA daria aprovação para estudos em humanos com o ozônio. Eles têm cooperado com o FDA e produziram dados de pesquisa muito boa que tem sido publicados em revistas peer review.
Os dados mais recentes foi encontrado em 'Blood, The Journal of Hematology "o artigo em outubro de 1991. Foi um relatório sobre um estudo feito em Syracuse, Nova York, que provou que o ozônio irá inativar o HIV in vitro (em laboratório, fora do corpo.) Neste caso, o sangue que estava infectado com o vírus foi tratada por ozônio usando Medizone de dispositivo e, em seguida, foi estudado depois de qualquer traço de partículas virais. Na sequência da publicação desta pesquisa, era esperado que a FDA iria conceder uma aprovação Medizone para começar a fase 1 de ensaios clínicos humanos. No entanto, a FDA voltou a Medizone com a exigência de que eles conduzem estudos de toxicidade animal de grande porte utilizando um animal com volume de sangue comparável ao dos humanos, a fim de determinar se há algum efeito tóxico. O estudo que foi desenvolvido usará porcos grandes, vai custar uma quantia considerável de dinheiro, e irá adicionar mais tempo para o processo de aprovação. No momento da redação deste texto, Medizone ainda pretende avançar com este estudo ao tentar receber a aprovação cedo para um julgamento humano.
O governo tornou-se mais receptivos à idéia da medicina inovadora, que cria o Serviço de Medicina Alternativa do Instituto Nacional de Saúde. O senador Tom Harkin de Iowa tem sido fundamental no estabelecimento deste escritório. O senador tem familiares que sofreram as melhorias usando terapias naturais e alternativas, assim ele tem sido um defensor valioso destes tratamentos.
Através da ação do senador Harkin, outros membros do Congresso, e pressão da opinião pública, o Comitê de Apropriações do Senado reservar dois milhões de dólares para a criação deste escritório em fevereiro de 1992.Eles ainda têm de olhar para o ozono.
Estou muito animado para anunciar que abrimos a Carolina do Norte Centro de Saúde Bio-Oxidativa em agosto de 1004. Estamos localizados no Blue Ridge Plaza, um prédio de escritórios médico perto Rex Hospital, em Raleigh, NC. Este centro é o resultado de vários projetos em que estive envolvido nos últimos cinco anos como parte de minha pesquisa em curso de ozônio e terapias de desintoxicação no tratamento de distúrbios do sistema imunológico.
Eu fechei voluntariamente escritório em Raleigh, em 1992, para cumprir uma ordem do Conselho de Examinadores Médicos NC que eu deixar de usar o ozônio na minha prática médica porque era considerado não-convencionais e não estava em uso comum por outros médicos no interior do estado. Desde então, através das ações de muitos indivíduos e grupos de pacientes, os direitos, a lei foi alterada para que um médico não pode ter sua licença revogada por usar terapias experimentais ou não-convencionais.
Carolina do Norte é agora o quinto estado do país com uma lei de liberdade de medicina que permite que os médicos a escolher essas terapias se sentem irão beneficiar seus pacientes a mais e dá a pacientes a capacidade de escolher o tipo de cuidados médicos se sentem melhor para eles .

Ozônio no tratamento de Úlceras, Infecções, Gengivas, Diabete, Virus, Bactérias.....

OZONE 


Medicina Complementar
Dicas para sua saúde integral

Entenda o funcionamento, aplicação e benefícios da ozonioterapia
por Alex Botsaris
A ozonioterapia é o tratamento feito com a utilização de ozônio, um gás formado por três átomos de oxigênio. Ele foi descoberto em 1840 por Schönbein, ao expor oxigênio a descargas elétricas. A ozonioterapia foi descoberta pelo Dr. Erwin Payr, médico e professor de cirurgia na Universidade de Leipzig, na Alemanha, que escreveu um trabalho intitulado "O tratamento com ozônio na cirurgia".
"A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos"Payr havia visto seu dentista usar ozônio para desinfetar as cavidades dentárias nos seus tratamentos e teve a idéia de usá-lo para reduzir a incidência de infecção no pós-operatório; um problema nesse tempo quando os antibióticos ainda não estavam disponíveis.
Sua conclusão foi que o ozônio auxiliava na prevenção de infecção. Nessa época já se conhecia o poder antimicrobiano do ozônio, mas o método ficou restrito a médicos alemães e austríacos.
A ozonioterapia ficou esquecida por muitos anos e só começou a ser mais falada e investigada a partir do surgimento da medicina ortomolecular, porque se descobriu que o ozônio é um potente estimulante dos sistemas antioxidantes endógenos, e tem potencial para prevenir várias doenças degenerativas que se caracterizam por uma atividade oxidativa elevada.
A ozonioterapia foi trazida para o Brasil na década de 1970 pelo médico Heinz Konrad, que até hoje aplica, e é um grande entusiasta do método. Para se fazer a ozonioterapia é necessário um aparelho de ozônio medicinal, que prepara misturas específicas de oxigênio e ozônio que são as preconizadas para fins terapêuticos.

Benefícios do ozônio
Além de estimular os sistemas antioxidantes endógenos o ozônio tem vários outros efeitos interessantes. Ele é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, melhorando a oxigenação tecidual, ele estimula a liberação de mediadores da imunidade como os interferons e citocinas, e também tem efeito direto sobre diversos agentes infecciosos como vírus, bactérias e fungos.
A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos, e no tratamento do *pé diabético. Além de alguns estudos clínicos comprovando esses resultados, a melhora é tão rápida e evidente, numa doença de prognóstico ruim, que já poderia estar num patamar mais validado e acessível para uso dos pacientes. Assim seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico.
Os efeitos viricidas do ozônio são particularmente potentes sobre os vírus da hepatite B e C, e sobre o vírus herpes. Por isso seu emprego, ainda experimental tem sido feito em herpes zoster, herpes simples de repetição ou no tratamento de hepatites crônicas quando o tratamento convencional falhou e o paciente está evoluindo de forma desfavorável. Ainda são passíveis de ter resultados usando a ozonioterapia como tratamento adicional de suporte a síndrome da fadiga crônica, colites inespecíficas, osteomielite e outras infecções crônicas que estão respondendo mal aos antimicrobianos, e portadores de retinopaia diabética ou degeneração macular senil.
*Pé diabético: pequenas lesões nos pés de diabéticos que evoluem com infecção e necrose, em geral leva à amputação de parte da perna.

OZONE LAYER DEPLETION

OZONE
Ozone 3045 
Ozone is an allotrope (a physically or chemically different form of the same substance) of oxygen with the chemical formula O 3 . This formula shows that each molecule of ozone consists of three atoms. By comparison, normal atmospheric oxygen—also known as dioxygen—consists of two atoms per molecule and has the chemical formula O 2 .
Ozone is a bluish gas with a sharp odor that decomposes readily to produce dioxygen. Its normal boiling point is −112°C (−170°F), and its freezing point is −192°C (−314°F). It is more soluble in water than dioxygen and also much more reactive. Ozone occurs in the lower atmosphere in very low concentrations, but it is present in significantly higher concentrations in the upper atmosphere. The reason for this difference is that energy from the Sun causes the decomposition of oxygen molecules in the upper atmosphere:
O 2 → (solar energy) → 2O
The nascent (single-atom) oxygen formed is very reactive. It may combine with other molecules of dioxygen to form ozone:
O + O 2 → O 3

Words to Know

Allotropes: Forms of a chemical element with different physical and chemical properties.
Chlorofluorocarbons (CFCs): A family of chemical compounds consisting of carbon, fluorine, and chlorine.
Dioxygen: The name sometimes used for ordinary atmospheric oxygen with the chemical formula O 2 .
Electromagnetic radiation: A form of energy carried by waves.
Nascent oxygen: Oxygen that consists of molecules made of a single oxygen atom, O.
Ozone hole: A term invented to describe a region of very low ozone concentration above the Antarctic that appears and disappears with each austral (Southern Hemisphere) summer.
Ozone layer: A region of the stratosphere in which the concentration of ozone is relatively high.
Radiation: Energy transmitted in the form of electromagnetic waves or subatomic particles.
Standard (pollution): The highest level of a harmful substance that can be present without a serious possibility of damaging plant or animal life.
Stratosphere: The region of Earth's atmosphere ranging between about 15 and 50 kilometers (9 and 30 miles) above Earth's surface.
Troposphere: The lowest layer of Earth's atmosphere, ranging to an altitude of about 15 kilometers (9 miles) above Earth's surface.
Ultraviolet radiation: A form of electromagnetic radiation with wavelengths just less than those of visible light (4 to 400 nanometers, or billionths of a meter).

Ozone layer depletion

Most of the ozone in our atmosphere is concentrated in a region of the stratosphere between 15 and 30 kilometers (9 and 18 miles) above Earth's surface. The total amount of ozone in this band is actually relatively small. If it were all transported to Earth's surface, it would form a layer no more than 3 millimeters (about 0.1 inch) thick. Yet stratospheric ozone serves an invaluable function to life on Earth.
Radiation from the Sun that reaches Earth's outer atmosphere consists of a whole range of electromagnetic radiation: cosmic rays, gamma rays, ultraviolet radiation, infrared radiation, and visible light. Various forms of radiation can have both beneficial and harmful effects. Ultraviolet radiation, for example, is known to affect the growth of certain kinds of plants, to cause eye damage in animals, to disrupt the function of DNA (the genetic material in an organism), and to cause skin cancer in humans.
Fortunately for living things on Earth, ozone molecules absorb radiation in the ultraviolet region. Thus, the ozone layer in the stratosphere protects plants and animals on Earth's surface from most of these dangerous effects.
Human effects on the ozone layer. In 1984, scientists reported that the ozone layer above the Antarctic appeared to be thinning. In fact, the amount of ozone dropped to such a low level that the term "hole" was used to describe the condition. The hole was a circular area above the Antarctic in which ozone had virtually disappeared. In succeeding years, that hole reappeared with the onset of each summer season in the Antarctic (September through December).
The potential threat to humans (and other organisms) was obvious. Increased exposure to ultraviolet radiation because of a thinner ozone layer would almost certainly mean higher rates of skin cancer. Other medical problems were also possible.
An atmosphere with a relatively intact ozone layer (left) compared to one with an ozone layer damaged by chlorofluorocarbon (CFC) emissions. (Reproduced by permission of The Gale Group.)
An atmosphere with a relatively intact ozone layer (left) compared to one with an ozone layer damaged by chlorofluorocarbon (CFC) emissions. (Reproduced by permission of
The Gale Group
.)
At first, scientists disagreed as to the cause of the thinning ozone layer. Eventually, however, the evidence seemed to suggest that chemicals produced and made by humans might be causing the destruction of the ozone. In particular, a group of compounds known as the chlorofluorocarbons (CFCs) were suspected. These compounds had become widely popular in the 1970s and 1980s for a number of applications, including as chemicals used in refrigeration, as propellants in aerosol sprays, as blowing agents in the manufacture of plastic foams and insulation, as drycleaning fluids, and as cleaning agents for electronic components.
One reason for the popularity of the CFCs was their stability. They normally do not break down when used on Earth's surface. In the upper atmosphere, however, the situation changes. Evidence suggests that CFCs break down to release chlorine atoms which, in turn, attack and destroy ozone molecules:
CFC → solar energy → Cl atoms
Cl + O 3 → ClO + O 2
This process is especially troublesome because one of the products of the reaction, chlorine monoxide (ClO) reacts with other molecules of the same kind to generate more chlorine atoms:
ClO + ClO → Cl + Cl + O 2
Once CFCs get into the stratosphere and break down, therefore, a continuous supply of chlorine atoms is assured. And those chlorine atoms destroy ozone molecules.
Scientists and nonscientists alike soon became concerned about the role of CFCs in the depletion of stratospheric ozone. A movement then developed to reduce and/or ban the use of these chemicals. In 1987, a conference sponsored by the United Nations Environment Programme resulted in the so-called Montreal Protocol. The Protocol set specific time limits for the phasing out of both the production and use of CFCs. Only three years later, concern had become so great that the Protocol deadlines were actually moved up. One hundred and sixty-five nations signed this agreement. Because of the Protocol, the United States, Australia, and other developed countries have completely phased out the production of CFCs. According to the Protocol, developing nations have until the year 2010 to complete their phase out.

Ozone in the troposphere

Ozone is a classic example of a chemical that is both helpful and harmful. In the stratosphere, of course, it is essential in protecting plants and animals on Earth's surface from damage by ultraviolet radiation. But in the lower regions of the atmosphere, near Earth's surface, the story is very different.
The primary source of ozone on Earth is the internal-combustion engine. Gases released from the tailpipe of a car or truck can be oxidized in the presence of sunlight to produce ozone. Ozone itself has harmful effects on both plants and animals. In humans and other animals, the gas irritates and damages membranes of the respiratory system and eyes. It can also induce asthma. Sensitive people are affected at concentrations that commonly occur on an average city street during rush-hour traffic.
Ozone exposure also brings on substantial damage to both agricultural and wild plants. Its primary effect is to produce a distinctive injury that reduces the area of foliage on which photosynthesis can occur. (Photosynthesis is a complicated process in which plants utilize light energy to form carbohydrates and release oxygen as a by-product.) Most plants are seriously injured by a two- to four-hour exposure to high levels of ozone. But long-term exposures to even low levels of the gas can cause decreases in growth. Large differences among plants exist, with tobacco, spinach, and conifer trees being especially sensitive.
Many nations, states, and cities have now set standards for maximum permissible concentrations of ozone in their air. At the present time in the United States, the standard is 120 ppb (parts per billion). That number had been raised from 80 ppb in 1979 because many urban areas could not meet the lower standard. Areas in which ozone pollution is most severe—such as Los Angeles, California—cannot meet even the higher standard. Measurements of 500 ppb for periods of one hour in Los Angeles are not uncommon.

Long-term problem

Despite a relatively rapid and effective international response to CFC emissions, the recovery of the ozone layer may take up to 50 years or more. This is because these chemicals are very persistent in the environment: CFCs already present will also be around for many decades. Moreover, there will continue to be substantial emissions of CFCs for years after their manufacture, and uses are banned because older CFC-containing equipment and products already in use continue to release these chemicals.
In studies released in late 2000, scientists said they were stunned by findings that up to 70 percent of the ozone layer over the North Pole has been lost and that the ozone hole over the South Pole grew to an expanse larger than North America. According to the National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), the hole in the ozone layer over the South Pole expanded to a record 17.1 million square miles (44.3 million square kilometers).
Scientists blamed the record ozone holes on two main reasons: extreme cold and the continued use of bromine. Recent very cold winters in the two poles have slowed the recovery of the ozone layer. Cold air slows the dissipation and decay of CFCs, which allows them to destroy ozone faster. Bromine is a chemical cousin to chlorine and is used for some of the same purposes—fire fighting, infection control, and sanitation. NOAA believes bromine is 45 times more damaging to ozone in the atmosphere than chlorine. But bromine has not been regulated as strictly as chlorine because countries could not stand the loss of income if it were regulated more. Some scientists, however, believe governments will be under growing pressure in the coming years to limit the chemical.

Ozone Depletion

OZONE
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Ozone Hole


THE OZONE HOLE


Ozone Creation
One billion years ago, early aquatic organisms called blue-green algae began using energy from the Sun to split molecules of H2O and CO2 and recombine them into organic compounds and molecular oxygen (O2). 
This solar energy conversion process is known as photosynthesis. 
Some of the photosynthetically created oxygen combined with organic carbon to recreate CO2 molecules. The remaining oxygen accumulated in the atmosphere, touching off a massive ecological disaster with respect to early existing anaerobic organisms. As oxygen in the atmosphere increased, CO2 decreased.
NASA Goddard DAAC

 High in the atmosphere, some oxygen (O2) molecules absorbed energy from the Sun's ultraviolet (UV) rays and split to form single oxygen atoms. These atoms combined with remaining oxygen (O2) to form ozone (O3) molecules, which are very effective at absorbing UV rays. The thin layer of ozone that surrounds Earth acts as a shield, protecting the planet from irradiation by UV light. 
NASA GSFC

The amount of ozone required to shield Earth from biologically lethal UV radiation, wavelengths from 200 to 300 nanometers (nm), is believed to have been in existence 600 million years ago. At this time, the oxygen level was approximately 10% of its present atmospheric concentration. Prior to this period, life was restricted to the ocean. The presence of ozone enabled organisms to develop and live on the land. Ozone played a significant role in the evolution of life on Earth, and allows life as we presently know it to exist. Ozone is produced naturally in the stratosphere when highly energetic solar radiation strikes molecules of oxygen, O2, and cause the two oxygen atoms to split apart in a process called photolysis.
NASA Goddard DAAC

If a freed atom collides with another O2, it joins up, forming ozone O3. Most of the ozone in the stratosphere is formed over the equatorial belt, where the level of solar radiation is greatest. The circulation in the atmosphere then transports it towards the pole . So, the amount of stratospheric ozone above a location on the Earth varies naturally with latitude, season, and from day-to-day.
Credit University Of Alaska
This animation illustrates the formation of ozone. An oxygen molecule (O2) in the stratosphere is broken into 2 oxygen atoms (O + O) by absorbing ultraviolet light energy from the sun. The oxygen atom (O) is now free to react with an oxygen molecule (O2) to create an ozone molecule (O3).

O2 + UV => O + O
O + O2 => O3
Under normal circumstances highest ozone values are found over places such as Canada and Siberia, whilst the lowest values are found around the equator. The ozone layer varies naturally with season. Over Canada is normally about 25% thicker in winter than summer. Weather conditions can also cause considerable daily variations.
Ozone is also naturally broken down in the stratosphere. In an unpolluted atmosphere there is a balance between the amount of ozone being produced and destroyed and so the total concentration remains relatively constant. At different temperatures and pressures (i.e. varying altitudes), there are different production and destruction reaction rates leading to a variation in concentration. The highest ozone concentrations are in the lower stratosphere, between about 18 and 26 km. 
Ozone also occurs in very small amounts in the troposphere. It is produced at ground level through a reaction between sunlight and, e.g., gases emitted from cars. As a pollutant it should not be confused with the separate problem of stratospheric ozone depletion.
Ozone creation and depletion process text-