sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

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 Óleo de girassol ozonizado tem ação antimicrobiana



Uma pesquisa realizada pela Universidade José do Rosário Vellano (Unifenas) constatou a atividade antimicrobiana do óleo de girassol ozonizado nos casos de infecção nosocomial (IN), infecção contraída pelo paciente que foi internado em decorrência de outra patologia.


Com a finalidade de avaliar o óleo de girassol ozonizado como um novo medicamento para a IN, ele foi testado em algumas cepas de microrganismos in vitro.

O óleo de girassol ozonizado apresentou atividade antimicrobiana in vitro significativa para as cepas testadas. Por isso sugere-se a utilização dele no tratamento de infecções por microrganismos multirresistentes, como Staphylococcus aureus, Candida albicans, Salmonella tiphymurium e Escherichia coli.

Em outra pesquisa, realizada pelo Centro de Oleozon, em Cuba, na qual se avaliou o efeito antimicrobiano do óleo de girassol ozonizado (oleozon) em diferentes espécies bacterianas isoladas, como estafilococos, estreptococos, enterococos, Pseudomonas e Escherichia coli, o óleo de girassol ozonizado mostrou uma valiosa atividade antimicrobiana contra todos os microrganismos testados.

O óleo de girassol ozonizado, por seu poder germicida, é muito utilizado em ginecologia em Cuba. Um estudo feito por pesquisadores da Clínica Central Cira García, de Cuba, com 320 pacientes com micose ou vulvovaginite constatou a eficiência do óleo comparado a medicamentos tradicionais, como nistatina. O óleo foi aplicado diariamente durante sete dias.




segunda-feira, 27 de outubro de 2014

A UTILIZAÇÃO DO OZÔNIO NA MEDICINA

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E. A. Fish foi o primeiro a colocar em prática o uso do ozônio em sua clínica odontológica.O doutor E. Payr, cirurgião, com a utilização do ozônio tratou de gangrenas e mais tarde provou a eficácia deste no tratamento cirúrgico. Posteriormente viria a ser o primeiro a injetar o gás via venosa, bem lentamente com sucesso. Infelizmente, pelo uso inapropriado do gás por indivíduos sem nenhuma prática, tanto na ozonioterapia como na própria medicina, acabaram por condenar o uso do ozônio em alguns países, após terem realizado a aplicação via venosa do gás indevidamente e provocando a morte de indivíduos por embolismo. (BOCCI, 2005)
O sucesso da ozonioterapia depende que a dose e a concentração de ozônio estejam corretas. Para que isso ocorra o gerador de ozônio deve estar sempre em manutenção e calibrado corretamente. (BOCCI, 2005) Os materiais utilizados para manusear o ozônio devem ser feitos de componentes resistentes, como seringa de silicone. Atualmente existem lugares aonde materiais que não são resistentes ao ozônio são utilizados para esta terapia, gerando resultados questionáveis, e até não produtivos. (OLIVEIRA, 2008) A ozonioterapia não é baseada em homeopatia, mas sim na farmacologia, onde o ozônio age como uma droga real, que precisa ser usado com precisão. As principais indicações da ozonioterapia na medicina são: 
-Doenças infecciosas
-Doenças vasculares e isquêmicas
-Doenças oftálmicas
-Doenças ortopédicas
-Doenças dermatológicas
-Doenças pulmonares
-Doenças renais
-Doenças hematológicas
-Doenças neurodegenerativas
-Doenças auto-imunes

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

FABRICAÇÃO DO OZÔNIO

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A utilização do ozônio para fins medicinais necessita da presença de oxigênio medicinal (oxigênio puro), evitando assim possíveis presenças de outros gases provavelmente tóxicos. Ao gerar o ozônio teremos uma variação de concentração entre oxigênio e ozônio sendo de até 95% de oxigênio e 5% de ozônio. Por essa razão o médico precisa ter um gerador de ozônio seguro, atóxico, com material resistente a sua disposição. (OLIVEIRA, 2008) O gerador funciona da seguinte maneira: oxigênio passa por uma descarga elétrica, chamada descarga corona, onde algumas moléculas de oxigênio são quebradas dando origem à formação do oxigênio atômico, e este ao se juntar ao oxigênio molecular dá origem à molécula de ozônio


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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

O OZÔNIO NO MEIO AMBIENTE



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O ozônio é uma molécula natural, instável, composta por três átomos de oxigênio; é formado durante uma reação endotérmica reversível que consome 68,4 calorias, no ambiente essa reação é catalisada pelos raios UV, que são absorvidos, com isso o ozônio controla a irradiação destes, protegendo os sistemas biológicos na Terra. É considerado um agente oxidante, altamente reativo, que se decompõe espontaneamente. Dentre os agentes oxidantes o ozônio é o terceiro mais poderoso, atrás apenas do flúor e persulfato. (BOCCI, 2005) O ozônio está presente na atmosfera terrestre, sendo encontrado na estratosfera em concentração máxima, já que a baixa temperatura diminui sua degradação térmica. O oxigênio rarefeito, presente na estratosfera, é uma de suas principais fontes.

Quando ocorrem tempestades, aonde há a passagem de elétrons entre a superfície terrestre e as nuvens, trovões, raios e relâmpagos, há a transformação do oxigênio em ozônio de um jeito semelhante ao que ocorre na estratosfera, podendo ser detectado através do olfato dependendo da distância. Decorrente da temperatura da região, as concentrações de ozônio voltam ao normal rapidamente.
O tempo de vida da molécula de ozônio está diretamente relacionado à temperatura. Quanto maior a temperatura ambiente menor o tempo de vida do ozônio, consequentemente seu poder de ação. Como exemplo, a meia vida do ozônio é de 140 minutos a 0°C, já a 20°C atinge apenas 40 minutos. (OLIVEIRA, 2008 e BOCCI, 2005 )

Outra fonte de ozônio de grande destaque é a poluição, denominado ozônio antropogênico, sendo os veículos e as indústrias os principais produtores. 
Normalmente na natureza existe o controle natural entre a reação de formação do ozônio e de sua dissociação. Mas infelizmente, conseqüente à poluição, este equilíbrio tem sido diretamente afetado. A contínua emissão de gases poluentes como monóxido de carbono, dióxido de carbono, enxofre, entre outros só tem favorecido para que o nível de concentração de ozônio aumente, causando uma sobrecarga na atmosfera e gerando uma taxa de toxicidade. Já os derivados do
CFCs (cloro, flúor e carbono) são capazes de destruir milhares de moléculas de ozônio. (BOCCI, 2005 e OLIVEIRA, 2008)

Poucos sabem que depois de oito horas, seus resíduos já não existem mais, enquanto que o restante dos poluentes persiste no ambiente por meses e anos. (OLIVEIRA, 2008)

O ozônio também é um medidor de poluição, sendo que sua presença em excesso é prejudicial. Este só existe durante o dia devido os raios ultravioletas, já durante a noite se transformam em oxigênio. (CASTELANI, 2008).
A CAMADA DE OZÔNIO: COMO É FEITA
A camada de ozônio é quem protege a terra dos raios ultravioletas, absorvendo-os. Os raios solares atingem os átomos de oxigênio (O2) que em grandes altitudes está rarefeito, dissociando-os; logo em seguida se reagrupam formando a molécula de ozônio (O3). Isso ocorre uma vez que os raios ultravioletas catalisam a produção de ozônio, resultando no controle da irradiação. (OLIVEIRA, 2008)

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

HISTÓRIA DA UTILIZAÇÃO DO OZONIO


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O gás ozônio foi descoberto em 1840 na Suíça por Christian Friedrich
Schobein enquanto trabalhava com alta eletricidade na presença de oxigênio, ao ser produzida uma descarga elétrica detectou a formação de um gás de odor desagradável. Werner Von Siemens, em 1854, construiu o primeiro gerador de ozônio, refazendo as condições de formação desse gás. Nessa época já estava certo de que o ozônio era instável, tendo que ser produzido e logo em seguida utilizado. (BOCCI, 2005) Com a construção de geradores de ozônio iniciou-se sua utilização na aplicação industrial, ou mesmo para a limpeza da água, provando sua potente ação bactericida. (BOCCI, 2005) Em 1906, na França, foi realizado um experimento com vegetais aplicando água ozonizada. Desde então o ozônio tem sido utilizado para o tratamento de água potável na Europa, sendo comprovado que não há perda das características organolépticas. Já a respeito dos microorganismos a ação do ozônio é tão eficaz quanto o cloro, que é utilizado usualmente.(GARCIA et.al, 2008a) A ozonioterapia na medicina foi aplicada pela primeira vez na primeira guerra mundial em soldados alemães com gangrenas pós-traumáticas, obtendo grande sucesso. (BOCCI, 2005)
O sistema do gerador criado por Siemens utilizando descarga elétrica, após ter sido adaptado por Hansler em 1950 para o uso médico, dosava a quantidade certa da concentração do ozônio. Este fato foi decisivo para a ozonioterapia, já que era preciso uma dose correta do ozônio para cada aplicação, este vem acompanhando até hoje a fabricação dos geradores de ozônio modernos.
A partir de 1960 o mundo conhecia a ozonioterapia. Com isso suas propriedades antiinflamatórias, anti-sépticas e circulatórias, entre outras, foram expostas. 10 Em 1984 a utilização da auto-hemoterapia foi proibida em várias partes do mundo devido à utilização inadequada desta por pessoas despreparadas, que em alguns pacientes causaram embolismo pulmonar e até mesmo a morte. Em muitos estados dos Estados Unidos a ozonioterapia foi proibida devido a esses acontecimentos, influenciando negativamente para o seu desenvolvimento. 

O OZÔNIO NO MEIO AMBIENTE
O ozônio é uma molécula natural, instável, composta por três átomos de oxigênio; é formado durante uma reação endotérmica reversível que consome 68,4 calorias, no ambiente essa reação é catalisada pelos raios UV, que são absorvidos, com isso o ozônio controla a irradiação destes, protegendo os sistemas biológicos na Terra. É considerado um agente oxidante, altamente reativo, que se decompõe espontaneamente. Dentre os agentes oxidantes o ozônio é o terceiro mais poderoso, atrás apenas do flúor e persulfato. (BOCCI, 2005) O ozônio está presente na atmosfera terrestre, sendo encontrado na estratosfera em concentração máxima, já que a baixa temperatura diminui sua degradação térmica. O oxigênio rarefeito, presente na estratosfera, é uma de suas principais fontes. 
Quando ocorrem tempestades, aonde há a passagem de elétrons entre a superfície terrestre e as nuvens, trovões, raios e relâmpagos, há a transformação do oxigênio em ozônio de um jeito semelhante ao que ocorre na estratosfera, podendo ser detectado através do olfato dependendo da distância. Decorrente da temperatura da região, as concentrações de ozônio voltam ao normal rapidamente. O tempo de vida da molécula de ozônio está diretamente relacionado à temperatura. Quanto maior a temperatura ambiente menor o tempo de vida do ozônio, consequentemente seu poder de ação. Como exemplo, a meia vida do ozônio é de 140 minutos a 0°C, já a 20°C atinge apenas 40 minutos. (OLIVEIRA, 2008 e BOCCI, 2005 )
Outra fonte de ozônio de grande destaque é a poluição, denominado ozônio antropogênico, endo os veículos e as indústrias os principais produtores. 
Normalmente na natureza existe o controle natural entre a reação de formação do ozônio e de sua dissociação. Mas infelizmente, conseqüente à poluição, este equilíbrio tem sido diretamente afetado. A contínua emissão de gases poluentes como monóxido de carbono, dióxido de carbono, enxofre, entre outros só tem favorecido para que o nível de concentração de ozônio aumente, causando uma sobrecarga na atmosfera e gerando uma taxa de toxicidade. Já os derivados do CFCs (cloro, flúor e carbono) são capazes de destruir milhares de moléculas de ozônio. (BOCCI, 2005 e OLIVEIRA, 2008)
Poucos sabem que depois de oito horas, seus resíduos já não existem mais, enquanto que o restante dos poluentes persiste no ambiente por meses e anos. (OLIVEIRA, 2008)
O ozônio também é um medidor de poluição, sendo que sua presença em excesso é prejudicial. Este só existe durante o dia devido os raios ultravioletas, já durante a noite se transformam em oxigênio. (CASTELANI, 2008). A CAMADA DE OZÔNIO: COMO É FEITA
A camada de ozônio é quem protege a terra dos raios ultravioletas, absorvendo-os. Os raios solares atingem os átomos de oxigênio (O2) que em grandes altitudes está rarefeito, dissociando-os; logo em seguida se reagrupam formando a molécula de ozônio (O3). Isso ocorre uma vez que os raios ultravioletas catalisam a produção de ozônio, resultando no controle da irradiação. (OLIVEIRA, 2008)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

ENTENDA O QUE É O GAS OZÔNIO E COMO ELE PODE MELHORAR SUA VIDA.




O gás ozônio foi descoberto no século XIX e desde então é amplamente utilizado em diversas áreas; como na cura de muitas enfermidades, no tratamento de água, potente anti-séptico em hospitais, higienizador de alimentos, além de outros. Os incidentes que ocorreram com a ozonioterapia foram devidos sua utilização inadequada, por pessoas despreparadas. Esta terapia tem obtido
excelentes resultados quando aplicada corretamente. O Ozônio possui diversas ações biológicas e propriedades terapêuticas.


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É um gás instável e extremamente reativo. Os mecanismos através dos quais esse gás atua, estão diretamente relacionados com os produtos gerados pela interação seletiva desse gás com componentes orgânicos presentes no plasma e membrana
celular. (GARCIA et.al, 2008a)
A ozonioterapia na medicina veterinária vem lentamente ganhando espaço em algumas universidades e pouquíssimas clínicas no Brasil e em outros países, como uma nova opção de tratamento dos animais domésticos, ainda não há trabalhos documentados sobre a aplicação deste tratamento em animais silvestres, embora alguns profissionais já relataram a utilização da ozonioterapia em aves,
répteis e mamíferos com sucesso.


Este trabalho objetiva realizar um levantamento bibliográfico da ozonioterapia, através de um relato de caso freqüente na clínica pet de animais silvestres, com intuito de mostrar uma nova alternativa de tratamento eficaz e economicamente viável na clínica de animais exóticos.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Tratmento de Feridas Diabéticas.

A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos"




por Alex Botsaris

A ozonioterapia é o tratamento feito com a utilização de ozônio, um gás formado por três átomos de oxigênio. Ele foi descoberto em 1840 por Schönbein, ao expor oxigênio a descargas elétricas. A ozonioterapia foi descoberta pelo Dr. Erwin Payr, médico e professor de cirurgia na Universidade de Leipzig, na Alemanha, que escreveu um trabalho intitulado "O tratamento com ozônio na cirurgia".
"A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos"Payr havia visto seu dentista usar ozônio para desinfetar as cavidades dentárias nos seus tratamentos e teve a idéia de usá-lo para reduzir a incidência de infecção no pós-operatório; um problema nesse tempo quando os antibióticos ainda não estavam disponíveis.
Sua conclusão foi que o ozônio auxiliava na prevenção de infecção. Nessa época já se conhecia o poder antimicrobiano do ozônio, mas o método ficou restrito a médicos alemães e austríacos.
A ozonioterapia ficou esquecida por muitos anos e só começou a ser mais falada e investigada a partir do surgimento da medicina ortomolecular, porque se descobriu que o ozônio é um potente estimulante dos sistemas antioxidantes endógenos, e tem potencial para prevenir várias doenças degenerativas que se caracterizam por uma atividade oxidativa elevada.
A ozonioterapia foi trazida para o Brasil na década de 1970 pelo médico Heinz Konrad, que até hoje aplica, e é um grande entusiasta do método. Para se fazer a ozonioterapia é necessário um aparelho de ozônio medicinal, que prepara misturas específicas de oxigênio e ozônio que são as preconizadas para fins terapêuticos.
Benefícios do ozônio
Além de estimular os sistemas antioxidantes endógenos o ozônio tem vários outros efeitos interessantes. Ele é um potente vasodilatador e melhora a curva de dissociação da hemoglobina com o oxigênio, melhorando a oxigenação tecidual, ele estimula a liberação de mediadores da imunidade como os interferons e citocinas, e também tem efeito direto sobre diversos agentes infecciosos como vírus, bactérias e fungos.
A ozonioterapia tem mais evidência científica no tratamento de úlceras crônicas, em especial em pacientes diabéticos, e no tratamento do *pé diabético. Além de alguns estudos clínicos comprovando esses resultados, a melhora é tão rápida e evidente, numa doença de prognóstico ruim, que já poderia estar num patamar mais validado e acessível para uso dos pacientes. Assim seu uso tem mostrado resultados também em outros problemas das artérias, como insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmico.
Os efeitos viricidas do ozônio são particularmente potentes sobre os vírus da hepatite B e C, e sobre o vírus herpes. Por isso seu emprego, ainda experimental tem sido feito em herpes zoster, herpes simples de repetição ou no tratamento de hepatites crônicas quando o tratamento convencional falhou e o paciente está evoluindo de forma desfavorável. Ainda são passíveis de ter resultados usando a ozonioterapia como tratamento adicional de suporte a síndrome da fadiga crônica, colites inespecíficas, osteomielite e outras infecções crônicas que estão respondendo mal aos antimicrobianos, e portadores de retinopaia diabética ou degeneração macular senil.
*Pé diabético: pequenas lesões nos pés de diabéticos que evoluem com infecção e necrose, em geral leva à amputação de parte da perna.