quarta-feira, 8 de maio de 2013

OZONE OIL: Glacus Brito é doutor de imunologiada Universidade de São Paulo defende o tratamento com ozônio para diversas patologias.

OZONE OIL: Glacus Brito é doutor de imunologiada Universidade de São Paulo defende o tratamento com ozônio para diversas patologias.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Glacus Brito, doutor de imunologiada Universidade de São Paulo, defende o tratamento com ozônio para diversas patologias.



                                                                                                                                                                                                             
Ozônio  cura  feridas  crônicas  em  diabéticos.
 Gás de oxigênio está sendo usado com sucesso para curar feridas e evitar a amputaçãode pés e pernas de diabéticos. Utilizado em 32 centros de medicina alternativa de Cuba além de hospitais públicos daEuropa e Rússia para combater as mais diversas infecções causadas por vírus, fungos e bactérias, além de feridas crônicas como as que atacam os diabéticos causando aamputação de pés e pernas, o gás ozônio é um sistema de tratamento rápido, fácil emuito mais barato que os convencionais. 
No Acre, sua utilização vem sendo defendida pela Associação dos Portadores de Diabetes.As técnicas usadas no tratamento das mais diversas doenças e os resultados que vemsendo obtidos com o uso desse gás, estarão sendo apresentados em palestra gratuita eaberta ao público às sete horas da noite desta sexta-feira, 25 de agosto, no Teatrão pelomédico e professor doutor da cadeira de imunologia da Universidade de São Paulo,Glacus Brito.A utilização do gás ozônio para curar doenças crônicas e os mais diversos tipos deinfecção com rapidez, eficiência e a baixo custo, estará sendo apresentada pelo professor doutor da cadeira de imunologia da Universidade de São Paulo (Usp), GlacusBrito durante palestra realizada na sexta-feira.Usado com sucesso para combater doenças como as hepatites B e C, como também asúlceras nos pés e pernas de diabéticos o gás ozônio se destaca por sua ação bioxidativaque elimina vírus, baterias e fungos que causam inúmeras doenças.Uma das organizadoras da palestra é a enfermeira Ionar Cosson mestre em medicina esaúde, além professora do cursos de medicina da Ufac. “Trabalho no ambulatório do pédiabético da Fundhacre onde atendemos uma média de 20 pessoas por dia com úlcerascrônicas que tem levado muitos a perder pés e pernas por causa das infecções.

 O sucesso no uso do ozônio para curar essas feridas tem evitado que muitas pessoasvenham a sofrer amputações ficando impossibilitadas para o trabalho”, explicou.Ionara esclareceu que embora seja amplamente usada em hospitais da rede pública emmuitos países do mundo, o Ministério da Saúde e os Conselhos de Saúde ainda nãoautorizaram o uso dele nos hospitais e clínicas e brasileiras. “A aplicação do gás vemsendo feito a título de pesquisa pelo doutor Glacus que é hoje a maior autoridade brasileira em ozônioterapia. Suas pesquisas são realizadas através de convênios com aUSP com autorização especial do Ministério da Saúde. Essa é a maneira encontrada para comprovar cientificamente os resultados positivos desse tratamento em pacientes brasileiros e conseguir sua liberação tanto para hospitais da rede pública quanto privada”.Segundo ela, o gás ozônio também vem sendo usado com sucesso nos tratamentos dedistúrbios da circulação, infecções como o herpes simples e o zoster (cobrelo), portadores de hérnia de disco, câncer e CD. Sua eficiência também está comprovada na cura  de feridas  crônicas (feridas brabas) úlcera varicosa,  erisipela  e  gangrenas.
 
Leiam no próximo post sobre o convênio de DR. Glaucus com o governo do Estado e entidades como a Associação dos Diabéticos e Associação dos Portadores de Hepatites do Acre quequeiram participar da pesquisa que estará sendo realizada com pacientes acreanos, principalmente no combate aos males causados pela diabetes, hepatites virais dos tipos B e C.

domingo, 5 de maio de 2013

Conheça a Ozonioterapia no Brazil, no Mundo e quais as prefeituras que já estao utilizando em suas redes públlcias..

Ozonioterapia Médica
O QUE É A OZONIOTERAPIA


Ozone Therapy The Miracle Medicine DVD


A Ozonioterapia é uma técnica que utiliza o ozônio como agente terapêutico em um grande número de patologias. É uma terapia natural, com poucas contra-indicações e efeitos secundários mínimos, se realizada corretamente. 

A descoberta e uso médico do ozônio data de 1840. O precursor do uso do ozônio foi Werner von Siemens, que em 1857 construiu o primeiro de tubo de indução para a destruição de microorganismos. 

O médico alemão Christian Friedrich Schonbein, durante a Primeira Guerra Mundial, difundiu o ozônio no tratamento de feridas em soldados, obtendo excelentes resultados. 

Em 1915, outro médico alemão Albert Wolf escreveu o livro sobre o uso medicinal com ozônio e durante mais de 50 anos, a Ozonioterapia ficou praticamente restrita à Alemanha e à Áustria. Somente à partir da década de 80 ela se expandiu para outros países. Esta expansão coincidiu com início das pesquisas de laboratório sobre a ação do ozônio, sobretudo com os trabalhos de Bocci na Itália. 

A dificuldade para medir um gás potencialmente tóxico, assim como a necessidade de se utilizar elementos de cristal resistente ao ozônio dificultaram a criação de geradores práticos, limitando seu uso. 

A descoberta da penicilina e de outros antibióticos fizeram que o Ozônio fosse afastado do uso na medicina tradicional dos anos 40 em diante. 

A prática da Ozonioterapia no Brasil não é nova. Começou em 1975 e na década de 1980, ganhou mais adeptos e atraiu o interesse de algumas universidades. De 2000 para cá, os estudos ganharam corpo. Há seis anos, a PUC de Minas Gerais pesquisa a técnica em ratos.Da mesma época vêm os estudos na Santa Casa de Misericórdia, de São Paulo, com ratos e coelhos. 

Em 1996, um projeto de pesquisa sobre o ozônio para fins médicos, veterinários e industriais foi criado no campus Alfenas da Universidade José do Rosário Vellano, a Unifenas. Estudos odontológicos realizados ali, como o tratamento bem sucedido de infecções no osso da mandíbula, que geralmente se resolve cirurgicamente, chegaram a ser apresentados em congressos no exterior. Coordenado pelo microbiologista João Evangelista Fiorini, professor aposentado da Universidade Federal de Alfenas, o chamado Prozônio tem realizado com êxito experiências em parceria com o hospital daquela universidade.

Em Cajamar, na Grande São Paulo, um requerimento aprovado na Câmara Municipal determina que a prefeitura passe a oferecer o serviço nos postos de saúde da cidade. A Prefeitura de Nova Lima, na Grande Belo Horizonte, também vem desenvolvendo projetos de aplicação relacionados à Ozonioterapia.

A terapia ganhou mais visibilidade de 2004 para cá, quando Santo André, no ABC Paulista, sediou a Primeira Conferência Internacional sobre Uso Medicinal do Ozônio. Em abril de 2006, em Belo Horizonte, especialistas de vários países realizaram o primeiro congresso internacional de Ozonioterapia. Além de atualizar informações, os médicos brasileiros aproveitaram para lançar as bases da Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ).

A ABOZ trabalha para que a prática da Ozonioterapia no Brasil possa ser realizada de maneira legal, consciente, responsável e ética. 

Uma das prioridades da ABOZ é garantir informação e formação de qualidade relacionada à Ozonioterapia, devidamente embasada na experiência internacional e também nacional.


Diversos Centros Universitários em Cuba, Europa, Russia, Polônia e China começaram a investigar os efeitos fisiológicos do ozônio no organismo e alguns Hospitais Universitários e Privados iniciaram estudos controlados de sua eficácia.

Pouco a pouco os sistemas sanitários foram autorizando e regulando a aplicação desta terapia na medicina tradicional. 

Na Espanha, sua utilização teve início nos anos 60. Mas, o crescimento de seu uso dentro da medicina alopática, aconteceu em 1999 quando alguns especialistas passaram utilizar o Ozônio no tratamento da hérnia de disco. 

A Ozonioterapia é reconhecida como um método médico terapêutico aceito e válido como tratamento principal ou adjuvante pelo Ministério da Saúde na Alemanha, Itália e em outros 16 países. Cuba conta com 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia, e na Rússia é utilizada em todos os Hospitais Governamentais.

Atualmente aproximadamente 10.000 médicos utilizam este método na Europa.

PRP OZONIZADO

Mais recentemente um método de uso de ozônio em conjunto com o notável em prego do Plasma Rico em Plaquetas (e todos os seus correlatos) vem se provando de extrema valia como terapêutica no campo da odontologia (implantodontia), medicina (principalmente nas áreas da cirurgia plástica, na estética, no tratamento de feridas e queimaduras, na reumatologia e na traumato-ortopedia) e medicina veterinária em geral. 

O PRP é preparado a partir do sangue do próprio paciente (processo autólogo) e pode ser empregado em numerosas situações, como, por exemplo, implantes dentários, tratamentos peri-operatórios de lesões ósseas com espaço entre as extremidade e fraturas graves cominutivas (em que há múltiplos fragmentos e se precisa que o organismo “crie” osso novo), ou procedimentos ambulatoriais de infiltração de articulação em disfunção têmporo-mandibular (doenças da ATM), cervicalgia e lombalgia relacionadas a compressão radicular e doenças dos discos intervertebrais ... e numerosas outras situações clínicas.

São elaborados os preparados de sangue que, mediante centrifugação conforme protocolos estudados, resultam na obtenção do concentrado de plaquetas (PRP) na forma de amostra líquida, gel ou lâmina, e, ao final, se procede a ativação adicional com ozônio – o que vem provando resultados ainda mais animadores sobre o método.

Sob muitos aspectos o uso de PRP e dos seus derivados é uma das melhores promessas de caminho para as pesquisas da medicina moderna – indicando que esta forma de auto-hemoterapia poderá ser a resposta para muitas enfermidades e condições médicas que ainda não contam com tratamento oficialmente estabelecido.


O Conselho Federal e Medicina – órgão máximo de fiscalização da classe médica – costuma deter a palavra final quando as questões sobre novos tratamentos são remetidas à aprovação do Ministério da Saúde. Nem todas as vezes, mas na maioria delas, é consultado e tende a influenciar a aprovação ou não de novos métodos de tratamento – no âmbito da Medicina. 

Para a sua tomada de decisão influem desde questões financeiras e interesses defendidos por pesquisas internacionais publicadas em bases de daos e revistas científicas tradicionalmente vistas como idôneas e dignas de referência, como aquilo que defende o órgão governamental norte-americano Food and Drug Adminstration (FDA), e o que o próprio Governo Brasileiro define como protocolos aceitáveis em saúde. Em tese, são aceitos pelo CFM os métodos terapêuticos que têm embasamento científico suficiente, e que tem o potencial para tratar doenças sem oferecer riscos, ou que contam com contra-indicações e efeitos adversos suficientemente estabelecidos. Em tese, CFM, ANVISA, Ministério da Saúde e Governo têm o interesse maior de defender a população, e têm como motivo maior a saúde pública.

A Ozonioterapia, apesar do seu extremo baixo custo, e dos inúmeros benefícios que vem provando (em diversos trabalhos de pesquisa, principalmente europeus) que pode oferecer, ainda não faz parte oficialmente da relação dos tratamentos efetivamente reconhecidos pelo CFM, não havendo, entretanto, restrição formal – na forma de lei que impeça – ao seu uso como procedimento experimental ou coadjuvante no tratamento de pacientes. 

A confiança da ABOZ é que o futuro irá fazer justiça ao método. Longe de ser uma panacéia, o ozônio tem provado que pode ser utilizado em tratamentos de um grande número de afecções. Graças às suas propriedades seletivas, é utilizado em diferentes campos, algumas vezes como viga mestra do tratamento, outras com mero coadjuvante nos tratamentos doenças de ordem circulatórias, inclusive geriatria; doenças produzidas por vírus, como hepatite e herpes; feridas e processos inflamatórios, úlceras abertas na pele, inflamações intestinais, queimaduras, feridas infectadas, infecções por fungos e outras; condições inflamatórias e reumáticas.

Embora a técnica seja pouco conhecida no Brasil, a Associação Brasileira de Ozonioterapia (ABOZ) enviou documentos para o Conselho Federal de Medicina, para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e para o Ministério da Saúde, solicitando o reconhecimento da ozonioterapia como um procedimento médico.

A ozonioterapia poderia reduzir em até 80% a taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética e diminuir até 25% os custos no tratamento de feridas crônicas. “A estimativa é de redução em até 30% do custo do SUS no tratamento de patologias como hepatites crônicas e hérnias de disco”, informa a médica e diretora da Aboz Emília Serra.

Atualmente, a técnica é reconhecida pelo Sistema de Saúde da Alemanha, da Suíça, da Itália, de Cuba, da Ucrânia, da Rússia, da Espanha, da Grécia, do Egito e da Austrália, além de ser praticada em 15 estados dos Estados Unidos. De acordo com Emília, são realizados, aproximadamente, 10 milhões de tratamentos com ozônio no mundo, todos os anos. “Nos países em que o uso medicinal do ozônio é reconhecido, houve redução de 27% no consumo total de antibióticos e de 22% no consumo de analgésicos opioides e não opioides”, acrescenta a médica.

Um dos beneficiados do tratamento, o médico oftalmologista Ricardo Guimarães, após um acidente de avião, tratou as queimaduras do corpo com a ozonioterapia.“Como o tratamento não era recomendado pela maioria dos médicos brasileiros, eu não considerei a opção por muitos anos, até que uma colega oftalmologista me fez a sugestão”, recorda. Guimarães diz que ficou impressionado com a simplicidade e com os resultados, o que o levou à decisão de aplicar a técnica. Segundo ele, o primeiro impacto foi maior bem-estar, seguido pelo sucesso das cirurgias de enxerto de pele que fazia freqüentemente.

Segundo o oftalmologista, a ozonioterapia tem dois defeitos graves e que diminuem as chances de sucesso em um sistema de saúde voltado para a venda de produtos. “Primeiro, não permite patentes e, segundo, não pode ser empacotado para venda em farmácias, pois tem que ser produzido na hora”, opina. Para ele, essas peculiaridades da técnica não geram interesse de lucro para os laboratórios. “É uma pena que nossas autoridades não compreendam o valor da ozonioterapia.” O médico acha que, se o Brasil adotasse a técnica, obteria como efeito imediato a melhora de resultados nos tratamentos de condições crônicas como artrite reumatóide e outras doenças debilitantes.

REFERENCIAS

http://www.aboz.org.br/
http://www.ozonio.med.br/
http://www.ozonizando.comom.br/

sábado, 4 de maio de 2013

Você tem dor na coluna ou dor articular? Então não deixe de ler este post.

Ozônio no Tratamento Invasivo da Dor



É o tratamento da dor por punções e injeção de ozônio no local da dor e nas estruturas dolorosas, como: articulações, discos vertebrais, músculos e tendões. Tem sido aplicado, utilizando-se técnicas radiológicas simples, no procedimento a agulha é guiada por imagem de raios X, para promover o alívio da dor. Quando a agulha é posicionada sob visão de raio X o ozônio é injetado na quantidade exata para cada caso. O paciente pode apresentar um alívio da dor em alguns minutos após a injeção. A aplicação pode ser repetida várias vezes de acordo com o benefício que o paciente tenha na primeira infiltração. Como a ação do ozônio depende do contato com o local da dor, pode ser aplicado em vários locais próximos para aumentar a chance de êxito.


Na animação acima, é possível observar a punção do ombro doloroso na infiltração de ozônio. Agulha(seta amarela) e a difusão do ozônio dentro do ombro (seta verde).



Locais de infiltração do Ozônio:



1- Dentro da articulação dolorosa: ombro, quadril, joelho e outras.

2- Infiltração na dor muscular: pontos-gatilho e infiltração miofascial.
3- Na hérnia de disco: dentro do disco vertebral doloroso.
4- Na artrose da coluna: dentro do espaço peridural e para vertebral profundo.
5- Nos nervos autonômicos e plexos nos casos de dor visceral, pélvica e neuropática dos membros.

Ozônio no tratamento da invasivo da dor na coluna, articulações e músculos

Injeção de ozônio



O ozônio é um gás instável, produzido por um aparelho gerador, a partir do oxigênio; com esta instabilidade ele é capaz de, quando em contato com as partes internas e externas dos discos da coluna, por exemplo, durante alguns segundos; produzir a liberação de radicais livres capazes de inutilizar as pequenas terminações nervosas que provocam a dor, daí produzir analgesia quando aplicado por injeção direta no local da dor (alvo). A aplicação por punção guiada por raio X e injeção dentro dos discos nas hérnias de disco, no espaço peridural e próximo a músculos dolorosos são as formas de injeção mais eficientes no alívio da dor na coluna. A aplicação pode ser repetida várias vezes para aumentar o efeito analgésico do ozônio, sem risco de complicações.




Punção e injeção do ozônio dentro do disco vertebral para tratamento da dor lombar, artrose e hérnia de disco no nível L5-S1 muito avançada.


Aplicação do ozônio por via peridural no tratamento da dor lombar


Aplicação de ozônio paravertebral e muscular profundo na dor da coluna e na dor miofascial

Procedimento guiado por raio X mostra a aplicação do ozônio por via paravertebral: as faixas mais claras ao RX representam o gás ozônio se difundindo por entre músculos profundos da coluna. Tratamento de dor lombar por discopatia degenerativa e dor miofascial.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Avaliação do óleo de girassol ozonizado na cicatrização de pele em ratos


POS-G

PPGCA05

Avaliação do óleo de girassol ozonizado na cicatrização de pele em ratos

Marina Figueiredo 1
Claudia Turra Pimpão 2
Amanda Anater 3
Camila Demarco Maito 4
Deivid Roni Ribeiro 5
Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal - Escola de Ciências Agrárias e Medicina Veterinária

Introdução: A pele tem uma importância econômica significativa na prática veterinária pelo grande número de casos apresentados para avaliação clínica sendo que cada cinco atendimentos um se refere à doença de pele. Apesar dos grandes avanços verificados nas últimas décadas não só na compreensão acerca dos diversos fatores e fenômenos envolvidos com o processo de reparação tissular, mas simultaneamente com a crescente pesquisa e a descoberta de novos recursos e tecnologias para nele intervir, muito há de ser descoberto. Objetivos: Avaliar o poder cicatrizante do óleo de girassol ozonizado em lesão de pele em ratos através de aspectos macroscópicos e verificar a microbiota das lesões de pele. Método: Foram utilizadas 60 ratas Wistar, provenientes do biotério da PUCPR. Os animais foram alojados em gaiolas individuais, com fornecimento de água “ad libtum” e ração controlada. Climatização de 21°C e fotoperíodo 12/12h. Foi retirado um fragmento de pele (2x1cm) de superfície no dorso dos animais. Após os animais foram divididos aleatoriamente em 3 grupos (n=20): GI – a lesão foi limpa diariamente com NaCl 0,9%; GII – limpeza diária com NaCl 0,9% e aplicação de óleo de girassol; GIII – limpeza diária com NaCl 0,9% e aplicação de óleo de girassol ozonizado. Diariamente as lesões foram avaliadas com relação à dor e a cicatrização. Foram coletados amostras por swab das lesões (5 animais de cada grupo) nos dias +1; +4 e +7 de tratamento. Resultados: Na avaliação dos parâmetros relacionados à dor, não foram constatadas diferenças significativas (p>0,05) entre os grupos. A avaliação macroscópica mostrou uma melhor evolução do processo cicatricial nos animais do GIII (p<0,05) em relação ao GI e GII, nas primeiras duas semanas de tratamento. A partir do 15º dia, a área das lesões se equipara nos três grupos. Em 80 colônias analisadas proveniente de 45 amostras coletadas, 75% foram Staphylococcus aureus, 18,75% Staphylococcus intermedius e 6,25% Staphylococcus sp (coagulase negativa). Não houve diferença significativa (p>0,05) entre os grupos testados no +1, porém do dia +4 o número de colônias isoladas no grupo ozônio foi significativamente (p<0,05) menor do que nos grupos controle e girassol, mostrando que o ozônio tem poder bactericida. No entanto no dia +7 houve diferença significativamente (p<0,05) menor no número de colônias isoladas nos grupos controle e ozônio em relação ao grupo girassol. Conclusão: De acordo com os resultados obtidos conclui-se que os animais tratados com óleo de girassol ozonizado obtiveram uma boa e rápida cicatrização, porém ocorreu uma intensa reação inflamatória nos primeiros dias de tratamento, provavelmente devido ao pH ácido do óleo ozonizado. Pode-se considerar também que o óleo de girassol ozonizado tem poder bactericida.

Palavras-chave: Cicatrização. Óleo de Girassol. Ozônio.

Evaluation of ozonized sunflower oil on rats skin healing


Introduction: The skin has a significant economic importance in veterinary practice by the large number of cases being submitted for clinical evaluation, being that in every five calls one refers to skin disease. Despite major advances seen in recent decades not only in understanding the various factors and phenomena involved in the process of tissue repair, but simultaneously with the growing research and discovery of new resources and technologies to intervene in it, there is much to be discovered. Objectives: To evaluate the healing power of ozonized sunflower oil in skin lesions in rats through macroscopic aspect and check the microbiota of skin lesions. Method: It was used 60 Wistar rats from PUCPR vivarium. The animals were housed in individual cages with water supply "ad libtum" and controlled diet. Acclimatization of 21°C and photoperiod 12/12h. A piece of skin (2x1cm) was removed from the back of the animals. After the animals were randomly divided into 3 groups (n = 20): GI - the injury was daily cleaned with NaCl 0.9%, GII - daily cleaned with NaCl 0.9% and application of sunflower oil; GIII - daily cleaned with NaCl 0.9% and application of ozonized sunflower oil. The lesions were daily evaluated in relation to pain and healing. Swab samples were collected by lesions (five animals per group) on days +1, +4 and +7 of treatment. Results: In the evaluation related to pain, there were no significant differences (p>0.05) between groups. The macroscopic evaluation showed a better evolution of healing in the animals of GIII (p <0.05) compared to GI and GII on the first two weeks of treatment. From the 15th day, the area of injury was similar in the three groups. In 80 analyzed colonies from 45 samples collected, 75% were Staphylococcus aureus, Staphylococcus intermedius 18.75% and 6.25% Staphylococcus sp (negative coagulase). There were no significant differences (p>0.05) between groups tested on day +1, but the number of isolated colonies in ozone group on day +4 was significantly (p<0.05) lower than in the control groups and sunflower, showing that ozone has bactericidal power. On day +7, the difference was significantly (p<0.05) lower in the number of isolated colonies in the control groups and ozone over the sunflower group. Conclusion: According to the results it is concluded that animals treated with ozonized sunflower oil obtained a good and rapid healing, but there was an intense inflammatory reaction in the early days of treatment, probably due to the acidic pH of the ozonated oil. It could also be considered that the ozonized sunflower oil has bactericidal power.

Keywords: Healing. Sunflower Oil. Ozone.

1 Mestranda
2 Orientador
3 Colaborador
4 Colaborador
5 Colaborador

domingo, 28 de abril de 2013

Reportagem no Jornal do SBT sobre o tratamento de feridas com ozonioterapia,

 

OzônioTerapia Cicatriza Feridas de DIABETES  

Jornal do SBT


Uma pesquisa realizada pela Universidade José do Rosário Vellano (Unifenas) constatou a atividade antimicrobiana do óleo de girassol ozonizado nos casos de infecção nosocomial (IN), infecção contraída pelo paciente que foi internado em decorrência de outra patologia.

Com a finalidade de avaliar o óleo de girassol ozonizado como um novo medicamento para a IN, ele foi testado em algumas cepas de microrganismos in vitro.

O óleo de girassol ozonizado apresentou atividade antimicrobiana in vitro significativa para as cepas testadas. Por isso sugere-se a utilização dele no tratamento de infecções por microrganismos multirresistentes, como Staphylococcus aureus, Candida albicans, Salmonella tiphymurium e Escherichia coli.




Em outra pesquisa, realizada pelo Centro de Oleozon, em Cuba, na qual se avaliou o efeito antimicrobiano do óleo de girassol ozonizado (oleozon) em diferentes espécies bacterianas isoladas, como estafilococos, estreptococos, enterococos, Pseudomonas e Escherichia coli, o óleo de girassol ozonizado mostrou uma valiosa atividade antimicrobiana contra todos os microrganismos testados.

O óleo de girassol ozonizado, por seu poder germicida, é muito utilizado em ginecologia em Cuba. Um estudo feito por pesquisadores da Clínica Central Cira García, de Cuba, com 320 pacientes com micose ou vulvovaginite constatou a eficiência do óleo comparado a medicamentos tradicionais, como nistatina. O óleo foi aplicado diariamente durante sete dias.

O grande problema, porém, para nós brasileiros, é a dificuldade de encontrar o produto.


Fontes de pesquisa