terça-feira, 23 de abril de 2013

O Gigante Acordou e o Brasil está firme no caminho para se tornar uma potência mundial . Vamos nos unir para que nosso sistema de saúde também se torne uma referencia Mundial. Só precisamos apoiar nosssos médicos que já são de ponta. Vamos nos unir e impedir que as autarquias internacionais consigam também controlar nossa saúde.

Reportagem no Jornal Nacional sobre o poder do Ozônio para destruir as super bactérias.

HOSPITAL DA CLÍNICAS ANUNCIA A DESCOBERTA


NÃO PERCAM! A VERDADE ESTA SENDO DITA NO JORNAL DO SBT. OZONIO MATA SUPER BACTÉRIAS QUE CAUSAM INFECÇÃO HOSPITALAR E QUE VEM MATANDO MUITAS PESSOAS.

NÃO PERCAM EXCELENTE REPORTAGEM NO JORNAL DA SBT

Vejam o que o repórter do SBT diz sobre a mafia dos laboratórios junto ao FDA.  Nesta reportagem afirma durante   que já em1930 começaram a tirar a licença dos médicos que utilizavam tratamentos alternativos aos medicamentos produzidos pelos Laboratórios.

Convido o leitor a se unir ao grupo e  divulgar este eficaz tratamento que pode matar bactérias, fungos e vírus. 

Conto com o apoio de vocês para fazer com que todos vejam a verdade. Unidos podemos fazer com que o tratamento além de ser aprovado aprovado seja conhecido e divulgado e assim salvaremos milhares de vidas..

A população precisa saber da verdade para exigir a aprovação e o acesso nos hospitais de todo o pais.

A ozonioterapia  é utilizada por mais de 10 mil médicos alemães  e também por médicos em muitos outros países da Europa, além de ser tratamento comum em todos os países que estiveram fora do sistema capitalista como Rússia e Cuba. Aos laboratórios pouco interessa a cura de doenças muito melhor ter um público cativo e cheio de enfermidades cronicas. Para eles o ozônio é um grande vilão que pode reduzir em muito seu público  ou seja a população doente e por consequencia sua arrecadação. Como lucram com nossas doenças e vendas de medicamentos, nada mais lucrativo que uma população cheia de moléstias que gasta grande parte de seu orçamento na compra de medicamentos.

  



segunda-feira, 22 de abril de 2013

Milagre - Ozonioterapia no Jornal Nacional. Testemunho de paciente com cancer.

Milagre - Ozonioterapia no Jornal Nacional

Pessoal,

Vejam o link desta reportagem exibida no Jornal Nacional no dia 10/12/2010


Faço tratamento complementar com Ozonioterapia desde o início do meu tratamento, ou seja a 10 meses.

Nunca postei nada sobre isto, pois por incrível que pareça, a Ozonioterapia não é regulamentada no Brasil, por motivos cruéis da indústria farmacéutica Americana, desde que eles não podem comercializar o ozônio.

Tendo em vista que ele é produzido somente na hora por uma máquina, que produz as 3 moléculas de Oxigênio do Ozônio, sendo elas são instáveis, ou seja não podem ser armazenadas e portanto acondicionadas para comercialização, tem que ser aplicado na hora que é produzido pela máquina no paciente geralmente via retal ou pela veia, dependendo do tratamento.

Além disto, o Ozônio por acelerar os processos de cura, ataca frontalmente a Indústria, por acelerar os processos de cura e diminuir a utilização dos caros remédios comercializados por eles.

Então eles  preferem dizer que ainda não existem evidências comprovadas do seu benefício, quando sabemos que na Europa, em países tais como Alemanha, o Ozônio já é aceito amplamente, inclusive até os próprios planos de saúde cobrem a terapia com o Ozônio.

Também em Cuba, país muito avançado na medicina a terapia com o Ozônio é amplamente empregado.

No Brasil, como seguimos o modelo americano, a terapia com Ozônio ainda não é regulamentada; porém existe a Associação Brasileira de Ozonioterapia  www.aboz.org.br, onde você pode encontrar profissionais confiáveis para fazer o tratamento. 

É sabido que devido a esta falta de regulamentação, a terapia com Ozônio ainda é cara no Brasil, inacessível a maioria da população. Porém existem ainda profissionais que tem mais consciência e conseguem praticar preços mais acessíveis. Vale a pena pesquisar um pouco antes de começar.

No meu tratamento de quimioterapia o Ozônio me ajudou muito, principalmente diminuindo a toxidade da quimioterapia e impedindo danos maiores aos orgão vitais, tais como os rins e fígado e também ajudou muito na melhora geral do quadro, possibilitando uma excelente resposta a quimioterapia, elogiada até pelos médicos do hospital (é lógico que eles não sabem que parte do mérito é devido ao Ozônio - pois não adianta falar em uma coisa que eles não acreditam).

Continuo fazendo o Ozônio durante a radioterapia, que também ajuda muito na melhoria da fraqueza e abatimento que a radio dá.

Fiquei muito animado com a reportagem no Jornal Nacional sobre a Ozonioterapia utilizada no Hospital das Clínicas para combater as super-bactérias.  Já é um grande começo, um hospital de renome começar a se render ao bom senso e as evidências de uma opção de tratamento obviamente barata para um hospital, comparando-se com as outras possibilidades.

Que este seja um começo para utilizar-se o Ozônio nos pacientes. Porém, tenho certeza que contrariando os interesses  da indústria farmacêutica, onde milhares de pessoas vão ter melhoras muito mais rápidas e ficar livres antecipadamente de drogas caras, tais como antibióticos, etc.. Não será interessante para eles. 

Quem pode fazer alguma coisa é o poder público, as prefeituras, os Estados e a União. Desde que tenham coragem e não façam as coisas somente por interesse próprio.

Inclusive alguma prefeituras já começaram a se interessar pela utilização da Ozonioterapia, tais como as cidades de Cajamar-SP e Nova Lima- MG.

Além das inúmeras doenças que podem ser tratadas com a Ozonioterapia, em processos em melhorias da imunidade, é muito empregada para fechar feridas, tais como em Diabetes, utilizada também em processos de artrites, artroses, entre outras aplicações.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Parte 3 - UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS.

A UTILIZAÇÃO DO ÓLEO OZONIZADO PARA O TRATAMENTO TÓPICO.
ESTUDO CIENTIFICO SOBRE A UTILIZAÇÃO DE OZONIO NA PELE.

Camila Maria Sene Sanchez
MODOS DE APLICAÇÃO DO OZÔNIO MEDICINAL

O ozônio pode ser administrado por via endovenosa, oral, uretral, intraarterial, intramuscular, subcutânea, insuflação retal e vaginal, autohemoterapia menor, autohemoterapia maior, intrarticular, intraperitoneal, intrapleural, intradiscal, intraforaminal no caso dos dentistas, intralesional quando houver uma
fistula ou abcesso, insuflação em “bags”, intramamária e através do uso tópico de
água e/ou óleo ozonizados. (BOCCI, 2005)      
 
É proibida a utilização do ozônio por via inalatória devido seus efeitos tóxicos na traquéia e brônquios; a aplicação direta do ozônio por via endovenosa e intra-arterial também está proibida desde 1984 pela utilização inadequada desta, pois quando grandes volumes são administrados em um pequeno intervalo de tempo provocam êmbolos de oxigênio que podem levar a morte. (BOCCI, 2005)
A via subcutânea foi muito utilizada para fins estéticos com sucesso, porém a aplicação inadequada de grandes volumes do gás na Itália por centros de beleza, provocou a morte de duas mulheres (Março de 1998 e Dezembro 2002) pela formação de êmbolos pulmonares, sendo desde então, proibida a aplicação da ozonioterapia em centros cosméticos, além desta não ser mais bem vista para fins estéticos. (OLIVEIRA, 2008)

Aplicação tópica
A aplicação tópica pode ser feita através da utilização de água, óleo e cremes ozonizados. Possui baixo custo, elevada eficácia no combate de vírus e bactérias, não possui contra-indicação além do tempo de cicatrização ser inferior quando comparado aos tratamentos convencionais. A aplicação do ozônio tópico desempenha ação anti-séptica e estimulante da cicatrização já que promove a proliferação e remodelação de células teciduais. (BOCCI, 2005)

A água ozonizada é feita a partir de água bidestilada onde o gás ozônio é borbulhado por pelo menos 5 minutos. A concentração final da água ozonizada é
um quarto da concentração do ozônio aplicada. Esta pode ser utilizada até 110 horas após a sua fabricação, desde que armazenada em garrafa de vidro fechada com tampa de silicone e mantida na temperatura de 5°C, ou 9 horas a 20°C. (BOCCI, 2005).
 
A fabricação do óleo ozonizado solidificado necessita de dois dias de gás ozônio borbulhado continuamente em óleo vegetal, fazendo com que um  grama do óleo contenha 160mg de ozônio. Quando refrigerado possui validade de dois anos.

O óleo ozonizado também pode ser fabricado em menos tempo, ficando mais viscoso e com menor duração. (BOCCI, 2005)

O efeito do ozônio sobre a pele se deve à sua reação com ácidos graxos poliinsaturados e traços de água presentes na camada superior da derme, gerando espécies reativas de oxigênio (ROS) e lipooligopeptídeos (LOPS), entre os quais está o peróxido de hidrogênio (H2O2). Somente ROS e LOPs formados a partir dessa reação podem ser parcialmente reduzidos pelos antioxidantes enzimáticos da pele (glutation oxidase, superóxido desmutase, catalase) e não enzimáticos de baixo peso molecular (isoformas de vitamina E, vitamina C, glutation, ácido úrico e ubiquinol) ou serem parcialmente absorvidos via endovenosa e por capilares linfáticos. As ROS são os mais efetivos e naturais agentes contra os patógenos resistentes a antibióticos. Além disso, melhora o metabolismo e as funções imunológicas, contribuindo para uma recuperação satisfatória (WALACCH et al,
1993).

De acordo com Sartori (1994), as indicações específicas para uso tópico do ozônio são infecções de pele por: vírus como Herpes simplex e Zoster; infecções bacterianas como impetigo, ectima contagioso por estreptococos B-hemolíticos e Staphylococcus aureus; infecções fúngicas por Trichophyton spp, Candidíase e Tinea versicolor; infecções por protozoários especialmente Leishmanioses; infecções parasitárias incluindo Escabioses por Sarcoptes scabei, Pediculoses eLarva Migrans Cutânea de Ancylostoma brasiliensis; condições multifatoriais da pele como acne, psoríase, eritemas, pênfigo e dermatites herpetiformes, além de condições inflamatórias da pele tais como dermatites, eczemas e urticárias.

O óleo ozonizado também pode ser administrado em cápsulas por via oral, supositórios, colírios, aplicado diretamente no reto e vagina.

A água ozonizada
pode ser utilizada em plantações com ação semelhante aos agrotóxicos, além da higienização de frutas e verduras no domicílio. (BOCCI, 2005)

Aplicação injetável
Aplicação intradérmica, intramuscular, intratendinosa e intrarticular do gás ozônio utilizando uma seringa de silicone; indicada para enfermidades e dores localizadas. (BOCCI, 2005)
Insuflação retal
A insuflação retal é amplamente utilizada, pois é facilmente aplicada, além do baixo custo e praticamente não oferece nenhum risco de toxicidade. É realizadaatravés de uma sonda que é introduzida no reto, pela qual se administralentamente o gás. (BOCCI, 2005)

O gás ozônio quando no reto, se dissolve rapidamente na água luminal, ele não é absorvido, reagindo uma parte com mucoproteínas da mucosa, outra reagecom material fecal e enfim o restante pode ser reduzido por antioxidantes. OsLOPs resultantes das reações são absorvidos pela muscular da mucosa, indo para circulação linfática e capilares venosos. Portanto em casos de patologias crônicas nos membros, os efeitos da insuflação retal tornam-se equivalentes a autohemoterapia maior. (BOCCI, 2005)

O ideal antes de realizar a insuflação retal de ozônio é realizar um enema ou até mesmo defecar, esvaziando a ampola retal. A concentração de ozônio é importante para induzir reações locais e gerais, não podendo exceder 40 mcg/ ml, pois acima desta geralmente acarreta prejuízos locais, danificando os enterócitos,não podendo ainda desconsiderar os efeitos mutagênicos do gás ozônio. Concentrações elevadas, de 70-80 mcg/ml só devem ser usadas em casos de colites ulcerativas hemorrágicas com intuito de hemostasia. (BOCCI, 2005)

Os efeitos da insuflação retal no organismo são: aumento das enzimas antioxidantes do fígado e rim, aumento da ativação linfocitária intra-hepática, ação imunoestimulante, mantém o equilíbrio da flora intestinal, além de outros. (BOCCI,2005)

A grande vantagem desta forma de ozonioterapia é que pode ser diariamente realizada em casa sem nenhum auxílio, principalmente nos casos crônicos. A desvantagem deste tratamento é que não conseguimos saber a quantidade da dose aplicada que fará efeito, já que o ozônio reage com as fezes além de outras interferências (BOCCI, 2005).

Autohemoterapia menor
É uma ozonioterapia de fácil aplicação, atóxica e de baixo custo, que quando aplicada corretamente não provoca efeitos colaterais com excelentes resultados para certas enfermidades. Para a realização desta, coleta-se em uma seringa um volume de sangue do paciente e um volume igual de ozônio em concentração adequada para o paciente e para a enfermidade, misturando bem, fazemos então a administração intramuscular ou subcutânea. Sendo considerada uma vacina. (BOCCI, 2005)

Autohemoterapia maior
O tratamento através desta via consiste na retirada de um volume de sangue adequado do indivíduo, utilizando bolsas de transfusão de silicone com anticoagulante (citrato de sódio), aplica-se o ozônio dentro desta, deve-se homogeneizar por pelo menos 5 minutos e realizar a infusão desta mistura por via endovenosa. (BOCCI, 2005)

O volume necessário de sangue a ser coletado, depende do peso e sexo do indivíduo, do estágio e do tipo de enfermidade a ser tratada. (BOCCI, 2005) 
A duração do tratamento, assim como o intervalo de cada aplicação, varia de acordo com a patologia e do estado em que o paciente se encontra. (BOCCI,2005)

Dentre os possíveis efeitos biológicos provocados pela autohemoterapia
maior ozonizada pode-se exemplificar a diminuição da fibrinogenemia e do colesterol no plasma, aumento da glicólise, do ATP, do 2-3 difosfoglicerato e da disponibilidade do oxigênio, com redução na taxa de sedimentação dos eritrócitos, manutenção da pressão arterial e queda da pressão venosa. Nas plaquetas podese observar aumento de fatores de crescimento como TGFβ e PDGF. Nos leucócitos pode-se observar aumento do PGE2. (BOCCI, 1996).



www.ozone.br.vu
 


 
 http://velascomamor.blogspot.com.br/

domingo, 14 de abril de 2013

A UTILIZAÇÃO DO ÓLEO OZONIZADO PARA O TRATAMENTO TÓPICO. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE E BIOLÓGICAS. . PARTE 2



A UTILIZAÇÃO DO OZÔNIO NA MEDICINA

E. A. Fish foi o primeiro a colocar em prática o uso do ozônio em sua clínicaodontológica. (BOCCI, 2005)
O doutor E. Payr, cirurgião, com a utilização do ozônio tratou de gangrenas e mais tarde provou a eficácia deste no tratamento cirúrgico. Posteriormente viria a ser o primeiro a injetar o gás via venosa, bem lentamente com sucesso. Infelizmente, pelo uso inapropriado do gás por indivíduos sem nenhuma prática, tanto na ozonioterapia como na própria medicina, acabaram por condenar o uso do ozônio em alguns países, após terem realizado a aplicação via venosa do gás indevidamente e provocando a morte de indivíduos por embolismo. (BOCCI, 2005)
O sucesso da ozonioterapia depende que a dose e a concentração de ozônio estejam corretas. Para que isso ocorra o gerador de ozônio deve estar sempre em manutenção e calibrado corretamente (BOCCI, 2005).
Os materiais utilizados para manusear o ozônio devem ser feitos de
componentes resistentes, como seringa de silicone. Atualmente existem lugares aonde materiais que não são resistentes ao ozônio são utilizados para esta terapia, gerando resultados questionáveis, e até não produtivos (OLIVEIRA, 2008).
A ozonioterapia não é baseada em homeopatia, mas sim na farmacologia, onde o ozônio age como uma droga real, que precisa ser usado com precisão.

As principais indicações da ozonioterapia na medicina são:

-Doenças infecciosas
-Doenças vasculares e isquêmicas
-Doenças oftálmicas
-Doenças ortopédicas
-Doenças dermatológicas
-Doenças pulmonares
-Doenças renais
-Doenças hematológicas
-Doenças neurodegenerativas
-Doenças auto-imunes




OZONIOTERAPIA NA MEDICINA VETERINÁRIA


O surgimento de outras opções de terapias para os animais deve-se
principalmente ao interesse veterinário em suprir as exigências dos animais pets e de seus proprietários, que muitas vezes adquirem esses como mais um membro da família, tanto os domésticos como os exóticos. A ozonioterapia veterinária vem discretamente dando pequenos passos em diversos países, aumentando seu campo de atuação, pois é economicamente viável, os tratamentos são menos
invasivos que os tradicionais, excelentes resultados na medicina humana e sem efeitos colaterais quando aplicada adequadamente.
O ozônio tópico mostrou ser eficiente contra dermatomicoses, osteomielites, feridas infectadas, fístulas e doenças do úbere de bovinos e equinos (SARTORI,1994).

Em Buenos Aires, o médico veterinário G. C. VIGLINO (2008), utiliza rotineiramente a ozonioterapia nas principais enfermidades que acometem os equinos com grande êxito; como exemplo: abcessos, sinusites, sinovites, inflamações, lesões teciduais, enfermidades isquêmicas vasculares como laminites agudas, linfangites e feridas.

A ozonioterapia em Cuba é uma das mais desenvolvidas, tanto na medicina humana quanto na veterinária onde já foram realizados tratamentos para enfermidades como a parvovirose canina através da autohemoterapia maior e para giardíase com a ingestão de óleo ozonizado, descritos por ZULLYT et.al (2008).

A, OGATA (2000), relata a aplicação intramamária de gás ozônio em mastite clínica de vacas leiteiras com sucesso.
Na Coréia entre diversos relatos, destaca-se o tratamento de hérnia discal em cães utilizando o guia fluoroscópico para a aplicação do gás (HAN et.al, 2007).

No Brasil a Universidade Federal de Uberlândia possui grande destaque desenvolvimento da ozonioterapia veterinária, publicando trabalhos que mostram o sucesso desta terapia nas mais diversas enfermidades que acometem os animais, destacando-se: (www.ozonimal.famev.ufu.br, acesso em 10/10/2008).

-Erliquiose canina utilizando autohemoterapia maior ozonizada de duas a trêsvezes por semana, totalizando 10 sesões para cura total.

-Habronemose rostral em uma égua: o tratamento foi realizado com ozonioterapia tópica de água e óleo e sistêmica com autohemoterapia. Houve gradativa formação de tecido de regeneração em substituição a pele necrosada, com rápida redução
da área afetada e decorridos dois meses de tratamento, a regeneração tecidual e cicatrização de quase toda a superfície lesada apontaram para a cura clínica do animal.

-Dermatofitose em cães: apenas com aplicação tópica de óleo e água por 40 dias.

-Dermatofitose em rãs: administração tópica de óleo e água, sendo que as lesões iniciais desapareceram na 2°semana.

-Efeito tóxico do ozônio em Camundongos através da inalação do gás ozônio.

-Tratamento de lesão entre boleto e canela de égua por arame farpado: com aplicação tópica de óleo e água ozonizados associados com insuflação de ozônio em bags.

Além de outros trabalhos como (www.ozonimal.famev.ufu.br, acesso em
10/10/2008):

-Avaliação da influência do ozônio sobre a microbiota do leite “in natura”
-Avaliação microbiológica do gás ozônio e da estufa a seco na esterilização de fios cirúrgicos.

-O ozônio na descontaminação bacteriana da água de bebedouros de bovinos.

-Influência do borbulhamento com ozônio sobre a microbiota bacteriana superficial e comportamento do carrapato. Boophilus microplus.

-Eficiência do borbulhamento com ozônio na esterilização de microrganismos aeróbios mesófilos de ogivas de estetoscópios.

-O gás ozônio na descontaminação de ambientes cirúrgicos.

-A avaliação das microondas e do ozônio na esterilização de garrafas descartáveis para cultivo celular.

-Avaliação microbiológica da eficiência do gás ozônio na esterilização de vacinas autógenas contra fibropapilomatose bovina.

-Valores biométricos em cães submetidos à terapia inalatória com gás ozônio.

-Análise microbiológica comparativa entre estufa à seco e gás ozônio na esterilização de materiais cirúrgicos.

-Estudo das alterações urinárias em cães submetidos à inaloterapia com ozônio.

-Avaliação microbiológica comparativa entre pastilhas de formol e gás ozônio na esterilização de instrumentais cirúrgicos.

-Eficiência da ozonização na redução de Pseudomonas fluorescens inoculadas em leite cru.

-Quantificação de ozônio no leite bovino “in natura”.

-Pesquisa de alterações oxidativas no leite bovino “in natura” ozonizado.

-Ação do borbulhamento dos gases ozônio e oxigênio sobre a redução de Staphylococcus aureus e Escherichia coli inoculados em carne de frango.

-Utilização da água ozonizada como tratamento alternativo para cistite em cães.

-Eficiência do ozônio na redução de bactérias aeróbias mesófilas em efluentes de matadouros frigoríficos.

-Características físico-químicas do leite bovino “in natura” submetido a diferentes tempos de ozonização.

-Influência da ozonização sobre as bactérias mesófilas, bolores e leveduras e staphylococcus coagulase positivo de salmouras para queijo.

-Efeito da autohemoterapia com sangue ozonizado no tratamento da anemia infecciosa equina.

-Eficácia da insuflação da mistura gasosa O2 e ozônio no tratamento da mastite subclínica em vacas em lactação.

-Influência do ozônio sobre a motilidade e mortalidade de carrapatos Boophilus microplus e Riphicephalus sanguineus.

-Ação da mistura oxigênio/ozônio na descontaminação bacteriana de tanques de piscicultura e sobre a fisiologia de rãs (Rana catesbeiana shaw).

-Avaliação da eficiência do ozônio na descontaminação bacteriana de tanques de piscicultura e sobre a fisiologia de peixes ornamentais da espécie mato grosso
(Hyphessobrecon serpae).

-Ação do ozônio sobre os térmites (cupins) em pastagens degradadas.

-Utilização da mistura oxigênio/ozônio na descontaminação de termômetros de uso veterinário.

-O gás ozônio na descontaminação de águas de esterilizadores de matadouros frigoríficos.

-Influência do ozônio na inibição da evaginação de cistos de Taenia saginata.

-Eficiência da ozonioterapia na regeneração de lesões cutâneas em eqüinos- relato de caso.

-Avaliação comportamental de baratas (Periplaneta americana) submetidas à mistura oxigênio-ozônio em ambiente fechado.

www.ozone.br.vu
 


 
 http://velascomamor.blogspot.com.br/